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Para José Contreras, embora não se possa falar de unanimidade entre os autores que defendem a tese da proletarização de professores, essa posição baseia-se na consideração de que os docentes, enquanto categoria,

  • A.

    sofreram ou estão sofrendo uma transformação, tanto nas características de suas condições de trabalho como nas tarefas que realizam, que os aproxima cada vez mais das condições e interesses da classe operária.

  • B.

    perderam seu poder aquisitivo ao longo dos últimos quinze anos e por isso ficaram desestimulados, passando a se descompromissarem com o trabalho docente voltado aos alunos.

  • C.

    sofreram perda progressiva de uma série de qualidades, dada a formação insuficiente apresentada pelo ensino superior, resultando na falta de competência técnica e no descompromisso para desenvolver um ensino de qualidade.

  • D.

    perderam o status profissional observado até os anos de 1970, tornando-se meros reprodutores de um saber organizado pelos livros didáticos, numa forma padronizada de trabalho como os operários de uma fábrica.

  • E.

    perderam a esperança na área da educação, na medida em que os pais não se importam mais com a educação de seus filhos e a própria população não reconhece mais o ofício de mestre.