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O texto legitima a seguinte inferência:
  • A. A reflexão sobre a vida privada tem como contraponto obrigatório a reflexão sobre a vida pública, esta cujos contornos não conhecem flexibilidade.
  • B. Sociedades de distintos países constroem sua compreensão de como devem ser preservadas as atividades privadas em subordinação ao regime político que historicamente adotam.
  • C. A burguesia da Belle Époque exemplifica uma específica visão de vida privada e vida pública, tida como padrão a ser adotado porque o grupo francês não conheceu nenhuma dúvida na delimitação dessas esferas.
  • D. Situações que envolvem questões do indivíduo na relação direta com seus familiares delimitam com precisão a vida privada, conceito este de força indiscutível, por ter valor universal.
  • E. Se, na Belle Époque, as condições de vida de meios sociais como os camponeses, operários ou camadas mais baixas das cidades não lhes permitiam abrigar de olhares estranhos uma parte de sua vida, o sentido de “privada” era, para eles, distinto daquele que os burgueses conheciam.