O autor considera que falta aos jovens de hoje
um mínimo de discernimento entre o que é real e o que é puro devaneio.
uma confiança maior nas promessas de futuro acenadas pelo mercado de trabalho.
a inspiração para viver que lhes oferecem os que descartaram as idealizações.
a aspiração de perseguir a realização dos sonhos pessoais mais arrojados.
a disposição de se tornarem capazes de usufruir a estabilidade profissional.