O cronista compõe inicialmente sua crônica em primeira pessoa do singular, mas no quinto parágrafo muda para a primeira pessoa do plural: "...mas que nos encantou...", "...veio enriquecer nosso canteirinho vulgar..."; isto significa que:
o cronista enganou-se na estruturação do texto;
a crônica passou a considerar também o leitor como participante;
outras pessoas devem viver com o cronista;
o canteiro devia pertencer ao condomínio;
o cronista ampliou as apreciações para todo o gênero humano.