Todas as particularidades haviam sido, desde o começo da grande conflagração, discutidas vezes sem conta, sem perspectiva de se chegar a um acordo, visto que os dois contendores atribuíam a culpa um ao outro.
Outra formulação para o segmento destacado acima, considerado seu contexto, que está clara e em conformidade com a norma culta da Língua Portuguesa, é:
não havendo brecha para consenso, dado os ânimos de ambos contendores, que só sabiam delegar culpa ao outro.
impedindo qualquer possibilidade de pacto, pela ação impulsiva de cada um dos rivais culpando-se respectivamente.
o que não gerou esperança de conciliação, pelo fato de os dois adversários culparem-se mutuamente.
que acabou não possibilitando entendimento recíproco, pois os opositores, cada um, atribuía culpabilidade ao outro.
não oportunizando concerto de idéias, por força da ação desencontrada dos concorrentes a denunciar entre si.