Em atendimentos de crianças com Paralisia Cerebral, NÃO podemos afirmar que

  • A.

    a espasticidade, manifestação clínica mais comumente associada à encelofatia, deve ser alvo de ação da Terapia Ocupacional visando á funcionalidade, diminuição do estresse e melhora da qualidade de vida.

  • B.

    o déficit cognitivo não determina diretamente o prognóstico motor da criança, mas interfere no processo e vínculo terapêutico, na adesão às orientações e na motivação parcial

  • C.

    a criança com paralisia cerebral no Nível IV tem mobilidade limitada, geralmente, necessita da cadeira de rodas para sua locomoção em seu lar, na família e na comunidade.

  • D.

    os comprometimentos são rígidos, não apresentam alterações ao longo da vida, portanto, nestes usuários, quando envelhecem, não se observam deteriorização ou perdas funcionais progressivas

  • E.

    o principal fator relacionado à possibilidades de deambulação por crianças atáxicas é a presença de reações de proteção perante desequilíbrios, quando estão na posição ortostática.