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O Tribunal de Contas do Estado da Bahia verificou que...

O Tribunal de Contas do Estado da Bahia verificou que determinado gestor estadual percebeu vantagem econômica indevida e direta para facilitar a aquisição de bem imóvel pelo Estado, por preço superior ao valor de mercado. Assim, a Corte de Contas remeteu a documentação pertinente ao Ministério Público Estadual, que ajuizou ação civil pública por ato de improbidade administrativa. No caso em tela, o gestor está sujeito, no bojo do citado processo judicial, dentre outras, às seguintes consequências pelo ato de improbidade administrativa:


A

cassação dos direitos políticos, perda da função pública, inscrição no serviço de proteção ao crédito;


B

pena privativa de liberdade, perda da função pública, suspensão do cadastro de pessoa física;


C

suspensão dos direitos políticos, perda da função pública, indisponibilidade dos bens e ressarcimento ao erário;


D

proibição de figurar como sócio de qualquer sociedade empresária, perda da função pública e ressarcimento ao erário;


E

perda da função pública, ressarcimento ao erário, pena privativa de liberdade e cassação dos direitos políticos.