Questões de Concurso de Linguagem denotativa e linguagem conotativa (denotação e conotação) - Língua Portuguesa

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Questão de Concurso - 1040117

Concurso Técnico Legislativo 2018

Questão 15

Fundação para o Vestibular da Universidade Estadual Paulista (VUNESP)

Nível Médio

É correto afirmar sobre o verso – Brinque com meu fogo – que há emprego de sentido
  • A. próprio: é perigoso brincar com fogo e desaconselha- se a sugestão do autor.
  • B. figurado: o autor não se importa com a falta de segurança do amigo.
  • C. próprio: qualquer tipo de fogo acarreta destruição e demanda cuidado.
  • D. próprio: os conselhos do autor merecem crédito e não desconfiança.
  • E. figurado: o autor convida o amigo a compartilhar do seu estado de espírito.

Questão de Concurso - 1190607

Concurso TJ/RS Oficial de Justiça 2019

Questão 30

Fundação Getúlio Vargas (FGV)

Nível Médio

A frase que exemplifica um caso de linguagem figurada é:

  • A.

    Tudo está muito bem nas férias dos funcionários;

  • B.

    O livro foi publicado com duzentas páginas;

  • C.

    O chocolate estava muito saboroso;

  • D.

    Tudo correu às mil maravilhas;

  • E.

    Nada acontece por acaso.

Questão de Concurso - 907617

Concurso IRBr Diplomata 2015

Questão 1

Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE/CEBRASPE)

Nível Superior

Julgue (C ou E) os próximos itens, relativos a aspectos gramaticais do texto de Graciliano Ramos.

A expressão “toda essa gente” (R.41) retoma o complemento do adjetivo “cheias” no segmento de sentido conotativo “cheias de nomes novos” (l.40).
  • C. Certo
  • E. Errado

Questão de Concurso - 1192841

Concurso PM/SP Cabo da Polícia Militar 2020

Questão 12

Fundação para o Vestibular da Universidade Estadual Paulista (VUNESP)

Nível Superior

Leia o texto para responder às questões de números 08 a 12.


        Quem vai viajar e passar dias fora de casa, deve ficar atento ao que vai postar nas redes sociais: elas podem virar uma arma para os assaltantes de plantão. O alerta é da Polícia Militar e do Sindicato das Empresas de Segurança Privada do Estado de São Paulo (Sesvesp).

       “Se a pessoa posta que está saindo de férias ou pelo menos deixa subentendido, dá um prato cheio para o bandido, que saberá que a casa está vazia. Mesmo que se publique apenas para os amigos, a informação vai passando, circulando. A pessoa acaba preparando uma armadilha para si mesma”, afirma o capitão Cleodato Moisés, porta-voz da PM.

        O vice-presidente da Sesvesp, João Palhuca, concorda: “O bandido sempre vai procurar o caminho mais fácil e as redes sociais estão funcionando como uma ferramenta facilitadora. Não dá mais para se preocupar apenas com um vizinho mal-intencionado”.

        Segundo Palhuca, “as pessoas entram nas redes sociais com um espírito de compartilhamento, mas não se dão conta de que também há ladrões lá, querendo levantar informações. O ideal é jamais fornecer dados como o número de posses e propriedades. A recomendação é nunca mostrar ostentação”, diz.

        O uso adequado da internet, no entanto, é apenas um dos cuidados que precisam ser tomados por quem planeja “abandonar” o lar para aproveitar as férias ou a merecida pausa no trabalho.

(http://www.g1.globo/sao-paulo. – Acesso em: 08.12.2019. Adaptado)


Assinale a alternativa que contém palavra ou expressão empregada com sentido figurado.

  • A.

    O alerta é da Polícia Militar e do Sindicato das Empresas de Segurança Privada...

  • B.

    “Se a pessoa posta que está saindo de férias ou pelo menos deixa isso subentendido, dá um prato cheio para o bandido…”.

  • C.

    “... Não dá mais para se preocupar apenas com o vizinho mal-intencionado”.

  • D.

    O ideal é jamais fornecer dados como o número de posses e propriedades.

Questão de Concurso - 1175508

Concurso Secretário de Escola 2019

Questão 4

Fundação para o Vestibular da Universidade Estadual Paulista (VUNESP)

Nível Médio

Na expressão “pêndulo da censura e da condenação moral”, o termo destacado está empregado em sentido

  • A.

    figurado e associado à ideia de desejo.

  • B.

    figurado e associado à ideia de ameaça.

  • C.

    próprio e associado à ideia de certeza.

  • D.

    próprio e associado à ideia de oscilação.

  • E.

    próprio e associado à ideia de determinação.

Questão de Concurso - 1176291

Concurso Professor Substituto de Ensino Fundamental 2019

Questão 4

Fundação para o Vestibular da Universidade Estadual Paulista (VUNESP)

Nível Superior

Leia o texto para responder às questões de números 03 a 06.


         Sempre acreditei que um texto, para ser “bem escrito”, deveria ser conciso, claro e verdadeiro. O problema é quando a concisão compromete a clareza. As siglas, por exemplo. Nada mais conciso do que elas. Mas serão claras? Só se você souber previamente o que significam. Um absurdo de siglas circula hoje alegremente pela língua – nem sempre identificadas entre parênteses –, o que nos obriga a piruetas mentais para saber qual é o quê. Como é impossível saber todas, a sigla é a língua estrangulada.

(Ruy Castro. A língua estrangulada. Folha de S.Paulo, 22.03.2019. Adaptado)


Há emprego de linguagem em sentido figurado na seguinte frase do texto:

  • A.

    Sempre acreditei que um texto, para ser “bem escrito”, deveria ser conciso...

  • B.

    Nada mais conciso do que elas.

  • C.

    Só se você souber previamente o que significam.

  • D.

    ... nem sempre identificadas entre parênteses...

  • E.

    Como é impossível saber todas, a sigla é a língua estrangulada.

Questão de Concurso - 1175401

Concurso Inspetor de Alunos 2019

Questão 13

Fundação para o Vestibular da Universidade Estadual Paulista (VUNESP)

Nível Fundamental

Leia o texto para responder às questões de números 11 a 14.


Como controlar as brigas de casal?


          Todo casal briga. Às vezes, por uma questão de momento, um dos dois está estressado e acaba descontando no parceiro. Ou então, os dois estão nervosos e a situação piora ainda mais. Só que, quando essas brigas acontecem a todo momento e são graves a ponto de atrapalhar a vida de casal, é sinal de que algo não vai bem no relacionamento.

          Existem vários tipos de casais. Aqueles que brigam a cada cinco minutos, mas são pequenas discussões leves e tudo volta ao normal rapidamente. E há aqueles que, quando brigam, é por algo mais sério, gerando uma grande batalha entre argumentos e pontos de vista. O que não é saudável para um relacionamento é quando as brigas se tornam momentos de agressão e xingamentos, quando as opiniões se tornam uma chuva de desaforos. Isso mostra que o respeito e a tolerância já não fazem mais parte do relacionamento.

          Brigar com frequência também acaba gerando um desgaste na relação. Justamente por isso, é bom evitar essa situação se realmente não for um motivo válido. E, mesmo que seja, é preciso aprender a ter uma discussão respeitosa e que renda bons frutos.

(Disponível em: http://www.psicologosberrini.com.br. Acesso em: 06.10.2019. Adaptado)


Assinale a alternativa em que há palavra ou expressão empregada com sentido figurado.

  • A.

    ... um dos dois está estressado...

  • B.

    Existem vários tipos de casais.

  • C.

    E há aqueles que, quando brigam, é por algo mais sério...

  • D.

    ... as opiniões se tornam uma chuva de desaforos.

  • E.

    ... evitar essa situação se realmente não for um motivo válido.

Questão de Concurso - 1039950

Concurso Analista Legislativo 2018

Questão 8

Fundação para o Vestibular da Universidade Estadual Paulista (VUNESP)

Nível Superior

Assinale a alternativa em cuja redação há emprego de palavra ou expressão em sentido figurado.
  • A. Mas a biologia é só parte da história.
  • B. Ajudavam desde cedo com o trabalho doméstico...
  • C. ... elas demoram muito até começar a trazer contribuições econômicas.
  • D. E por que crianças beneficiam a sociedade?
  • E. Só que fazê-lo é uma espécie de suicídio econômico...

Questão de Concurso - 1120162

Concurso Procurador do Muncípio 2019

Questão 4

Fundação para o Vestibular da Universidade Estadual Paulista (VUNESP)

Nível Superior

Assinale a alternativa em que há palavra ou expressão em sentido figurado.

  • A.

    … hoje vemos crianças em idades cada vez mais precoces com um Ipad na mão.

  • B.

    … uma compensação pelas frustrações enfrentadas ao longo do dia.

  • C.

    … é tarefa para a vida inteira e exige disposição, tempo, vitalidade e dedicação…

  • D.

    … porque passamos a nos tornar indisponíveis ao outro.

  • E.

    Exaustos, ao chegarmos a casa, só queremos ficar mergulhados no nosso mundo…

Questão de Concurso - 1193483

Concurso Auditor Fiscal 2019

Questão 3

Fundação para o Vestibular da Universidade Estadual Paulista (VUNESP)

Nível Superior

Leia o texto, para responder às questões de números 01 a 08.

    Há povos que gostam de apelidos. Brasileiros, hispanos e norte-americanos estão entre os principais. Quase ninguém imagina que Bill Clinton seja, na verdade, William Jefferson Clinton. Difícil supor que um Pepe mexicano seja José e um Pancho tivesse chegado ao batistério como Francisco. Bem, qual estrangeiro suporá Chico como apelido de Francisco? Em eras pré-politicamente corretas, abundavam os “japas”, os “chinas”, os “gordos” e os “carecas”. Hoje, tudo implica risco.

    Além do apelido, existem apostos que qualificam mais do que uma simples alcunha. Por vezes, são qualificativos positivos: Alexandre, o Grande; Luís XIV, o Rei-Sol; Luís XV, o Bem-Amado; e, no campo republicano, Simon Bolívar, o Libertador. Podem ser eufemismos para defeitos, como a indecisão crônica de Filipe II da Espanha. A história oficial o registra como Filipe, “o Prudente”. Há as diferenças nacionais. A única rainha do Antigo Regime português é conhecida na terrinha como D. Maria I, a Pia. No Brasil, por vários motivos, ela é “a Louca”.

    Os qualificativos para famosos são uma maneira de defesa dos fracos. Não posso derrubar presidente, não tenho a fama de um craque, não tenho o dinheiro de fulano: tasco-lhe um apelido como a vingança do bagre diante do hipopótamo. Rio um pouco, divulgo diante do meu limitado grupo igualmente ressentido e me sinto vingado. Apelidar de forma negativa é, quase sempre, reconhecer minha inferioridade.

     Fazer graça com a característica alheia pode revelar o mico interno de cada um de nós. Nosso macaquinho é inferior aos grandes símios. Em choques, apenas temos a possibilidade de subir rapidamente em galhos mais finos do que os rivais poderosos poderiam. Escalar e gritar: orangotango bobo, gorila vacilão, chimpanzé flácido! Lá de cima, protegido pela nossa fraqueza-força, rimos do maior. Apelidar é defender-se e tentar, ao menos na fala, vencer quem parece superior a nossas forças. Classificar o outro de tonto traz alívio; por exclusão, eu não sou.

(Leandro Karnal, O nome que eu desejo e o apelido que eu tenho. O Estado de S. Paulo, 03 de julho de 2019. Adaptado)

É correto afirmar que o último parágrafo descreve, de forma figurada, situação que encontra paralelo na frase:

  • A.

    Quase ninguém imagina que Bill Clinton seja, na verdade, William Jefferson Clinton.

  • B.

    Além do apelido, existem apostos que qualificam mais do que uma simples alcunha.

  • C.

    Por vezes, são qualificativos positivos: Alexandre, o Grande; Luís XIV, o Rei-Sol; Luís XV, o Bem-Amado; e, no campo republicano, Simon Bolívar, o Libertador.

  • D.

    ... tasco-lhe um apelido como a vingança do bagre diante do hipopótamo.

  • E.

    Em eras pré-politicamente corretas, abundavam os “japas”, os “chinas”, os “gordos” e os “carecas”.