Questões de Concurso de Flexão verbal de tempo - Língua Portuguesa

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Questão de Concurso - 1137982

Concurso Guarda Municipal 2019

Questão 1

Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação (IBFC)

Nível Médio

Leia o texto abaixo para responder as questões 1 e 2.

“Era uma vez
O dia em que todo dia era bom
Delicioso gosto e o bom gosto das nuvens serem feitas de algodão
Dava pra ser herói no mesmo dia em que escolhia ser vilão
E acabava tudo em lanche
Um banho quente e talvez um arranhão” (Kell Smith)

(Fonte: Vagalume)

Assinale a alternativa que apresenta o tempo correto dos verbos destacados no texto.

  • A. Pretérito Imperfeito.
  • B. Futuro do Pretérito.
  • C. Pretérito Perfeito.
  • D. Pretérito mais que Perfeito.

Questão de Concurso - 1175394

Concurso Inspetor de Alunos 2019

Questão 7

Fundação para o Vestibular da Universidade Estadual Paulista (VUNESP)

Nível Fundamental

Leia o texto para responder às questões de números 01 a 08.


Briga de casal


          Ana teve uma discussão com o marido e se trancou no quarto, chateadíssima. Encostou-se na cama, fechou os olhos e começou a respirar fundo para se acalmar, porque o que sentia naquela hora era vontade de avançar nele. Mas o cansaço falou mais alto que a raiva. Um trabalho estressante, filhos dando preocupações, pais idosos para cuidar. A exaustão cobrou seu preço e Ana adormeceu.

          Quando acordou, ela lembrou-se que tinha discutido com o marido, lembrou-se da raiva que sentiu quando se fechou no quarto, mas... qual era mesmo o motivo da briga? Ana foi tomada por um esquecimento total, irremediável. Por nada deste mundo conseguia se lembrar. O esgotamento que vem enfrentando parece ter comprometido profundamente a memória dela. Ela se esquece de tudo e, naquele momento, o motivo da briga havia sumido completamente de sua cabeça.

          Ana saiu do quarto devagar, foi até a cozinha, preparou um chá e voltou para o quarto. Daí a pouco, Douglas, o marido, entrou, já era hora de dormir, e perguntou: “Tá mais calma?”. Ela sacudiu a cabeça, dizendo: “Você não é fácil...” e voltou a ler um livro em silêncio até adormecer. Na manhã seguinte, cada um saiu correndo para o trabalho, à noite eles se encontraram como se na véspera nada houvesse acontecido e até hoje Ana não tem a menor ideia do que a fez brigar com o marido.

          A maioria das brigas de casais é provocada por razões absolutamente tolas, risíveis, motivos que merecem ser esquecidos. Se as pessoas fizessem as contas de quanto tempo já perderam nessas discussões desnecessárias, o resultado seria assustador. É muito desperdício de vida. São tardes jogadas pela janela, sábados que não voltam mais, noites que poderiam ser dedicadas a um bom filme, manhãs de verão que poderiam ter se desdobrado em dias de absoluta leveza, em vez de produzir amargura, ressentimento, mau humor e fazer as pessoas consumirem mais um comprimido para dor de cabeça ou dor de estômago.

(Leila Ferreira. Viver não dói. São Paulo: Globo, 2013. Adaptado)


A forma verbal destacada está no tempo presente em:

  • A.

    Ana teve uma discussão com o marido...

  • B.

    Ela se esquece de tudo...

  • C.

    Se as pessoas fizessem as contas...

  • D.

    ... quanto tempo já perderam nessas discussões...

  • E.

    ... o resultado seria assustador.

Questão de Concurso - 1211574

Concurso Metrô Enfermeiro do Trabalho 2019

Questão 19

Fundação Carlos Chagas (FCC)

Nível Superior

Atenção: Considere o texto abaixo para responder às questões de números 11 a 19.


Esta mensagem e esta promessa jamais tinham chegado a seu destino (5o parágrafo).

A forma verbal sublinhada acima está empregada no mesmo tempo do verbo sublinhado em:

  • A.

    Coisa que suportava estoicamente (2o parágrafo)

  • B.

    No seu caso havia uma razão óbvia para isso (1o parágrafo)

  • C.

    No passado, convivera muito tempo com a mãe (2o parágrafo)

  • D.

    No dia 24 pela manhã ele encontrou um envelope na carta do correio (3o parágrafo)

  • E.

    Que secreto desígnio haveria atrás daquilo (5o parágrafo)

Questão de Concurso - 1143232

Concurso SANASA Procurador Jurídico 2019

Questão 4

Fundação Carlos Chagas (FCC)

Nível Superior

É plenamente adequada a correlação entre os tempos e os modos verbais na frase:

  • A.

    É possível que os atropelos das grandes cidades um dia chegarão a impedir que as estâncias continuariam na mesma paz.

  • B.

    Caso alguém imagine que todos amam a paz das cidadezinhas estaria enganado: sempre há os que a desprezassem.

  • C.

    Poucos haverão de crer que ainda se resista nas pequenas cidades ao uso descontrolado das mídias eletrônicas.

  • D.

    Se lhes parecesse possível, muitos habitantes das metrópoles cogitarão de se transferir para alguma cidadezinha interiorana.

  • E.

    A menos que ocorresse alguma hecatombe, nada alterará o ritmo de vida que predomine naquela cidadezinha.

Questão de Concurso - 1048826

Concurso Escriturário 2019

Questão 10

Fundação para o Vestibular da Universidade Estadual Paulista (VUNESP)

Nível Médio

Ao substituir-se a forma verbal destacada na frase “Tudo o que não puder contar como faz, não faça!” pela forma do verbo ir flexionada no modo e no tempo correspondentes, tem-se:
  • A. vai
  • B. for
  • C. irá
  • D.
  • E. fosse

Questão de Concurso - 909730

Concurso Agente Legislativo 2017

Questão 3

CONSULPLAN Consultoria e Planejamento em Administração Pública LTDA (CONSULPLAN)

Nível Médio

Em todas as frases a seguir, transcritas do texto, as formas verbais estão flexionadas no mesmo tempo EXCETO em:
  • A. “...a internet nos ensina coisas, sim.” (7º§
  • B. "A internet não é apenas um meio de comunicação…” (1º§)
  • C. “Ficaram, os veteranos, melindrados com a situação?” (2º§)
  • D. “A frequência com que isso está acontecendo é muito grande;...” (4º§)

Questão de Concurso - 1208034

Concurso Agente Comunitário de Saúde 2019

Questão 6

Instituto de Consultoria e Concursos (ITAME)

Nível Médio

Leia o texto para responder as questões de 01 à 06

O germinal

Émile Zola

No meio dos campos de trigo e beterraba, o conjunto habitacional dos Deux-Cent Quarante dormia sob a noite negra. Distinguiam-se vagamente os quatro imensos corpos de pequenas casas encostadas umas às outras, corpos de caserna ou de hospital, geométricos, paralelos, que separavam as três largas avenidas divididas em jardins iguais. E, no planalto deserto, ouvia-se apenas a queixa do vento por entre as sebes arrancadas.

Em casa dos Maheu, no número dezesseis do segundo grupo de casas, tudo era sossego. O único quarto do primeiro andar estava imerso nas trevas, como se estas quisessem esmagar com seu peso o sono das pessoas que se pressentiam lá, amontoadas, boca aberta, mortas de cansaço. Apesar do frio mordente do exterior, o ar pesado desse quarto tinha um calor vivo, esse calor rançoso dos dormitórios, que, mesmo asseados, cheiram a gado humano.

O cuco da sala do térreo deu quatro horas, mas ninguém se moveu. As respirações fracas continuaram a soprar, acompanhadas de dois roncos sonoros. Bruscamente, Catherine levantou-se. No seu cansaço, tinha ela, pela força do hábito, contado as quatro badaladas que atravessaram o soalho, mas continuara sem o ânimo necessário para acordar de todo. Depois, com as pernas para fora das cobertas, apalpou, riscou um fósforo e acendeu a vela. Mas continuou sentada, a cabeça tão pesada que tombava nos ombros, cedendo ao desejo invencível de voltar ao travesseiro.

Agora, a vela iluminava o quarto, quadrado, com duas janelas, atravancado com três camas. Havia um armário, uma mesa e duas cadeiras de nogueira velha, cujo tom escuro manchava duramente as paredes pintadas de amarelo-claro. E nada mais, a não ser roupa de uso diário pendurada em pregos, uma moringa no chão ao lado de um tacho vermelho que servia de bacia. Na cama da esquerda, Zacharie, o mais velho, um rapaz de vinte e um anos, estava deitado com o irmão, Jeanlin, com quase doze anos; na da direita, dois pequenos, Lénore e Henri, a primeira de seis anos, o segundo de quatro, dormiam abraçados; Catherine partilhava a terceira cama com a irmã Alzire, tão fraca para os seus nove anos, que ela nem a sentiria ao seu lado, não fosse a corcunda que deformava as costas da pequena enferma. A porta envidraçada estava aberta, podiam-se ver o corredor do patamar e o cubículo onde pai e mãe ocupavam uma quarta cama, contra a qual tiveram de instalar o berço da recém-nascida, Estelle, de apenas três meses.

Entretanto, Catherine fez um esforço desesperado. Espreguiçava-se, crispava as mãos nos cabelos ruivos que se emaranhavam na testa e na nuca. Franzina para os seus quinze anos, não mostrava dos membros senão uns pés azulados, como tatuados com carvão, que saíam da bainha da camisola estreita, e braços delicados, alvos como leite, contrastando com a cor pálida do rosto, já estragado pelas contínuas lavagens com sabão preto. Um último bocejo abriu-lhe a boca um pouco grande, com dentes magníficos incrustados na palidez clorótica das gengivas, enquanto seus olhos cinzentos choravam de tanto combater o sono. Era uma expressão dolorosa e abatida que parecia encher de cansaço toda a sua nudez. (...)

No fragmento “No seu cansaço, tinha ela, pela força do hábito, contado as quatro badaladas que atravessaram o soalho, mas continuara sem o ânimo necessário para acordar de todo.” Os verbos destacados, respectivamente, se classificam gramaticalmente como:

  • A.

    pretérito imperfeito - modo subjuntivo/ pretérito perfeito - modo indicativo / verbo regular.

  • B.

    futuro do pretérito - modo indicativo/ pretérito mais que perfeito - modo indicativo / particípio.

  • C.

    pretérito perfeito - modo indicativo/ pretérito imperfeito - modo subjuntivo/ gerúndio.

  • D.

    pretérito imperfeito - modo indicativo/ pretérito mais que perfeito - modo indicativo / forma infinitiva.

Questão de Concurso - 1192939

Concurso Professor de Educação Básica - Área: Língua Portuguesa 2019

Questão 9

Instituto Brasileiro de Apoio e Desenvolvimento Executivo (IBADE)

Nível Superior

Leia o texto abaixo e responda às questões propostas.

Caso de chá

A casa da velha senhora fica na encosta do morro, tão bem situada que dali se aprecia o bairro inteiro, e o mar é uma de suas riquezas visuais. Mas o terreno em volta da casa vive ao abandono. O jardineiro despediu-se há tempos; hortelão, não se encontra nem por milagre. A velha moradora resigna-se a ver crescer a tiririca na propriedade que antes era um brinco. Até cobra começou a passear entre a folhagem, com indolência; é uma cobrinha de nada, mas sempre assusta.

O verdureiro que faz ponto na rua lá embaixo ofereceu-se para matá-la. A boa senhora reluta, mas não pode viver com uma cobra tomando banho de sol junto ao portão, e a bicha é liquidada a pau. Bom rapaz, o verdureiro, cheio de atenções para com os fregueses. Na ocasião, um problema o preocupa: não tem onde guardar à noite a carrocinha de verduras.

— Ora, o senhor pode guardar aqui em casa. Lugar não falta.

— Muito agradecido, mas vai incomodar a madame.

— Incomoda não, meu filho.

A carrocinha passa a ser recolhida nos fundos do terreno. Todas as manhãs o dono vem retirá-la, trazendo legumes frescos para a gentil senhora. Cobra-lhe menos e até não cobra nada. Bons amigos.

— Madame gosta de chá? — Não posso tomar, me dá dispepsia, me põe nervosa.

— Pois eu sou doido por chá. Mas está tão caro que nem tenho coragem de comprar. Posso fazer um pedido? Quem sabe se a madame, com esse terreno todo sem aproveitar, não me deixa plantar uns pés, pouquinha coisa, só para o meu consumo?

Claro que deixa. Em poucas horas o quintal é capinado, tudo ganha outro aspecto. Mão boa é a desse moço: o que ele planta é viço imediato. A pequenina cultura de chá torna alegre outra vez a terra abandonada. Não faz mal que a plantação se vá estendendo por toda a área. A velha senhora sente prazer em ajudar o bom lavrador. Alegando que precisa fazer exercício, caminhando com cautela pois enxerga mal, ela rega as plantinhas, que lhe agradecem a atenção prosperando rapidamente.

— Madame sabe: minha intenção era colher só uma pequena quantidade. Mas o chá saiu tão bom que os parentes vivem me pedindo um pouco e eu não vou negar a eles. É pena madame não experimentar. Mas não aconselho: se faz mal, não deve mesmo tocar neste chá.

O filho da velha senhora chegou da Europa esta noite. Lá ficou anos estudando. Achou a mãe lépida, bem-disposta.

— E eu trabalho, sabe, meu querido? Todos os dias rego a plantação de chá que um moço me pediu licença para fazer no quintal. Amanhã de manhã você vai ver a beleza que está.

O verdureiro já havia saído com a carrocinha. A senhora estende o braço, mostra com orgulho a lavoura que, pelo esforço em comum, é também um pouco sua.

O filho quase cai duro:

— A senhora está maluca? Isso nunca foi chá, nem aqui nem na Índia. Isso é maconha, mamãe!

(ANDRADE, C. Drummond de. Cadeira de Balanço. 11 ed. Rio de Janeiro: Livraria José Olympio Editora, 1978, p. 7-8.)

Os verbos do período “— Não posso tomar, me dá dispepsia, me põe nervosa” (8º §) estão flexionados no presente do indicativo. Para que estejam flexionados no futuro pretérito do indicativo, o período deverá ter a seguinte forma:

  • A.

    Não podia tomar, me dava dispepsia, me punha nervosa.

  • B.

    Não pude tomar, me deu dispepsia, me pôs nervosa.

  • C.

    Não poderei tomar, me dará dispepsia, me porá nervosa.

  • D.

    Não poderia tomar, me daria dispepsia, me poria nervosa.

  • E.

    Não pudera tomar, me dera dispepsia, me pusera nervosa.

Questão de Concurso - 1193281

Concurso Professor de Educação Básica - Área: Coordenador de Turno 2019

Questão 10

Instituto Brasileiro de Apoio e Desenvolvimento Executivo (IBADE)

Nível Superior

Leia o texto abaixo e responda às questões propostas.

Caso de secretária

Foi trombudo para o escritório. Era dia de seu aniversário, e a esposa nem sequer o abraçara, não fizera a mínima alusão à data. As crianças também tinham se esquecido. Então era assim que a família o tratava? Ele que vivia para os seus, que se arrebentava de trabalhar, não merecer um beijo, uma palavra ao menos!

Mas, no escritório, havia flores à sua espera, sobre a mesa. Havia o sorriso e o abraço da secretária, que poderia muito bem ter ignorado o aniversário, e entretanto o lembrara. Era mais do que uma auxiliar, atenta, experimentada e eficiente, de pé-de-boi da firma, como até então a considerara; era um coração amigo.

Passada a surpresa, sentiu-se ainda mais borocochô: o carinho da secretária não curava, abria mais a ferida. Pois então uma estranha se lembrava dele com tais requintes, e a mulher e os filhos, nada? Baixou a cabeça, ficou rodando o lápis entre os dedos, sem gosto para viver.

Durante o dia, a secretária redobrou de atenções. Parecia querer consolá-lo, como se medisse toda a sua solidão moral, o seu abandono. Sorria, tinha palavras amáveis, e o ditado da correspondência foi entremeado de suaves brincadeiras da parte dela.

— O senhor vai comemorar em casa ou numa boate?

Engasgado, confessou-lhe que em parte nenhuma. Fazer anos é uma droga, ninguém gostava dele neste mundo, iria rodar por aí à noite, solitário, como o lobo da estepe.

— Se o senhor quisesse, podíamos jantar juntos, insinuou ela, discretamente.

E não é que podiam mesmo? Em vez de passar uma noite besta, ressentida — o pessoal lá em casa pouco está me ligando —, teria horas amenas, em companhia de uma mulher que — reparava agora — era bem bonita.

Daí por diante o trabalho foi nervoso, nunca mais que se fechava o escritório. Teve vontade de mandar todos embora, para que todos comemorassem o seu aniversário, ele principalmente. Conteve-se, no prazer ansioso da espera.

— Onde você prefere ir? perguntou, ao saírem.

— Se não se importa, vamos passar primeiro em meu apartamento. Preciso trocar de roupa.

Ótimo, pensou ele; faz-se a inspeção prévia do terreno, e, quem sabe?

— Mas antes quero um drinque, para animar — ela retificou.

Foram ao drinque, ele recuperou não só a alegria de viver e de fazer anos, como começou a fazê-los pelo avesso, remoçando. Saiu bem mais jovem do bar, e pegou-lhe do braço.

No apartamento, ela apontou-lhe o banheiro e disselhe que o usasse sem cerimônia. Dentro de quinze minutos ele poderia entrar no quarto, não precisava bater — e o sorriso dela, dizendo isto, era uma promessa de felicidade.

Ele nem percebeu ao certo se estava se arrumando ou se desarrumando, de tal modo os quinze minutos se atropelaram, querendo virar quinze segundos, no calor escaldante do banheiro e da situação. Liberto da roupa incômoda, abriu a porta do quarto. Lá dentro, sua mulher e seus filhinhos, em coro com a secretária, esperavam-no atacando "Parabéns para você".

(ANDRADE, C. Drummond de. Cadeira de Balanço. 11 ed. Rio de Janeiro: Livraria José Olympio Editora, 1978, p. 11-12.)

“— Se o senhor quisesse, podíamos jantar juntos, insinuou ela, discretamente.” (7º §)

Os verbos sublinhados no período acima estão em correlação temporal, de acordo com a gramática da língua portuguesa.

Das alterações feitas na redação do período acima, a correlação dos tempos está em DESACORDO com a gramática da língua a seguinte:

  • A.

    — Caso o senhor queira, poderemos jantar juntos, insinuou ela, discretamente.

  • B.

    — Se o senhor quiser, podemos jantar juntos, insinuou ela, discretamente.

  • C.

    — Se o senhor quisesse, poderíamos jantar juntos, insinuou ela, discretamente.

  • D.

    — Caso o senhor queira, podemos jantar juntos, insinuou ela, discretamente.

  • E.

    — Se o senhor quiser, poderíamos jantar juntos, insinuou ela, discretamente.

Questão de Concurso - 1202852

Concurso Assistente Social 2019

Questão 3

Instituto Avança São Paulo (Avança SP)

Nível Superior

A bandeira holandesa estivera hasteada sobre as Índias Orientais por três séculos. Como o arquipélago indonésio era rico em petróleo e borracha, tinha importância vital para a economia holandesa. Terminada a guerra, o governo da Holanda pretendia seriamente resgatar aquele território assim que os japoneses se retirassem. A dúvida era se disporia de força militar suficiente para derrotar os indonésios e sua crescente resistência.

O líder dos indonésios, o enérgico presidente Sukarno, estava decidido. Para os milhares de indivíduos que ouviam seus discursos, ele parecia um mágico. Tal como Gandhi, era um tanto teatral, mas nada tinha de contemplativo ou melancólico. Sem abrir mão dos prazeres, era capaz de trabalhar duro e de cuidar dos detalhes, desde que os considerasse importantes. Dominava vários idiomas, inclusive três nativos da Indonésia: javanês, sundanês e balinês – sua mãe era de Bali. Graduado em Engenharia Civil, criou a reputação de agitador político contra os holandeses, e sua bravura o levou à prisão e ao exílio em um porto isolado. Quando os japoneses tomaram as Índias Orientais Neerlandesas, em 1942, ele se tornou o braço direito dos invasores, mas não um servo obediente. Após o súbito fim da ocupação, em agosto de 1945, Sukarno declarou o surgimento da nova nação da Indonésia. Sua base estava na sagrada cidade javanesa de Jogiakarta, perto do antigo templo de Borobodur. Nos três anos seguintes, o território sob seu controle se estenderia por metade da ilha de Java e a maior parte de Sumatra. Outros arquipélagos holandeses ficaram fora de seu controle direto. Em dezembro de 1949, a Indonésia se tornou uma nação.

(BLAINEY, Geoffrey. Uma breve história do século XX. São Paulo: Fundamento, 2011, p. 87).

A conjugação “estivera”, utilizada pelo autor na primeira linha do texto, refere-se ao seguinte tempo verbal:

  • A.

    pretérito imperfeito.

  • B.

    pretérito mais-que-perfeito.

  • C.

    futuro do subjuntivo.

  • D.

    pretérito perfeito.

  • E.

    pretérito perfeito do subjuntivo.