Questões de Concurso de Pronomes pessoais oblíquos - Língua Portuguesa

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Questão de Concurso - 1197815

Concurso Prefeitura de Guzolândia Procurador Jurídico 2019

Questão 15

Unisisp Concursos (Unisisp)

Nível Superior

Segundo as normas do emprego do pronome oblíquo átono nas frases, indique a opção cujo emprego esteja incorreto.

  • A.

    Não me acordei, voto em quem precisar.

  • B.

    Convocaram-me a esta reunião.

  • C.

    A questão é que pessoas que se aproveitam da necessidades dos outros sempre existiram.

  • D.

    Alguém irritou-o muito ontem.

Questão de Concurso - 956875

Concurso CRO PB Agente Administrativo 2017

Questão 19

Instituto Quadrix (Quadrix )

Nível Médio

Considerando a disposição gráfica do texto e suas informações, julgue os itens subsequentes.

No bloco “Tarefas”, na frase “Crie blocos de tempos para fazê-las”, o pronome oblíquo “las” refere-se ao termo “tarefas”.
  • C. Certo
  • E. Errado

Questão de Concurso - 950079

Concurso Câmara de Dois Córregos Oficial de Atendimento 2017

Questão 9

Fundação para o Vestibular da Universidade Estadual Paulista (VUNESP)

Nível Médio

Considere a seguinte passagem:

Reviver acontecimentos positivos facilita na hora de lidar com as "memórias invasivas" que a fazem se sentir mal. (4º parágrafo)

De acordo com a norma-padrão da língua, a lacuna que deve ser preenchida com o mesmo pronome destacado na passagem do texto está em:

  • A. A supermemória de Sharrock é o que ______ diferencia das demais pessoas.
  • B. Sharrock lembra-se dos presentes que ______ deram no seu primeiro aniversário.
  • C. Sharrock confessa que a supermemória nem sempre _______ traz boas sensações.
  • D. A supermemória de Sharrock _______ permite reviver experiências com intensidade.
  • E. Sharrock conta que suas memórias podem ______ provocar dor de cabeça e insônia.

Questão de Concurso - 1206303

Concurso

Questão 8

Nível


No que concerne às ideias e aos aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue os itens a seguir.

O segmento “sem nos integrar” (l. 4) pode ser reescrito corretamente com o pronome oblíquo “nos” após “integrar”: integrar-nos.

  • C. Certo
  • E. Errado

Questão de Concurso - 939578

Concurso IPRESB Analista de Processos Previdenciários 2017

Questão 9

Fundação para o Vestibular da Universidade Estadual Paulista (VUNESP)

Nível Superior

No verso – Nós o conseguimos… –, o pronome “o” tem como referente a ideia de
  • A. dois mineiros poderem se abraçar.
  • B. constatar que a vida exige perdas.
  • C. reconhecer perdas no íntimo do ser.
  • D. o poeta ter um irmão-em-Escorpião.
  • E. ter feito 70 anos.

Questão de Concurso - 1189850

Concurso Aeronáutica Sargento - Especialidade: Controle de Tráfego Aéreo 2019

Questão 24

Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR)

Nível Médio

Assinale a alternativa em que o pronome nos tem a função de objeto direto.

  • A.

    Custou-nos a aceitação da derrota acachapante.

  • B.

    Nossos pais escutaram-nos com atenção e paciência.

  • C.

    Disseram-nos que, depois da tempestade, vem a bonança.

  • D.

    Depois de receber a esmola, beijou-nos as mãos em forma de agradecimento.

Questão de Concurso - 1048331

Concurso CRA PR Auxiliar de Serviços Gerais I 2018

Questão 45

Instituto Quadrix (Quadrix )

Nível Fundamental

Com relação à ortografia das palavras e ao emprego de pontuação, julgue os fragmentos de texto adaptados de Internet: www.oecd.org, contidos nos itens de 40 a 45.

Uma síntese do estado do Paraná poderia caracteriza‐la pela coexistência de dois grandes espaços econômicos: um sob a égide do agronegócio e outro sob a égide da economia urbano‐industrial.
  • C. Certo
  • E. Errado

Questão de Concurso - 1144739

Concurso PM SC Soldado da Polícia Militar 2019

Questão 1

Polícia Militar (PM/SC)

Nível Superior

Texto para responder às questões de 01 a 10.

A solidão é a grande ameaça

Quando eu era jovem, eu nunca tive o conceito de “redes”. Eu tinha o conceito de laços humanos, de comunidades, esse tipo de coisa, mas não redes. Qual é a diferença entre comunidade e rede? A comunidade precede você. Você nasce numa comunidade. Por outro lado, temos a rede.

O que é uma rede? Ao contrário da comunidade, a rede é a que é feita e mantida viva por duas atividades diferentes. Uma é conectar e a outra é desconectar. E eu acho que a atratividade do novo tipo de amizade, o tipo de amizade do Facebook, como eu a chamo, está exatamente aí. Que é tão fácil de desconectar. É fácil conectar, fazer amigos. Mas o maior atrativo é a facilidade de se desconectar.

Imagine que estamos falando não de amigos on-line, conexões on-line, compartilhamento on-line, mas sim de conexões off-line, conexões de verdade, frente a frente, corpo a corpo, olho no olho. Neste caso, romper relações é sempre um evento muito traumático. Você tem que encontrar desculpas, você tem que se explicar, você tem que mentir com frequência e, mesmo assim, você não se sente seguro, porque seu parceiro diz que você não tem direitos, que você é um porco etc. É difícil. Na internet, é tão fácil, você só pressiona delete e pronto. Em vez de 500 amigos, você terá 499, mas isso será apenas temporário, porque amanhã você terá outros 500, e isso corrói muito os laços humanos.

Os laços humanos são uma mistura de bênção e maldição.

Bênção porque é realmente muito prazeroso, é muito satisfatório ter outro parceiro em quem confiar e fazer algo por ele ou ela. É um tipo de experiência indisponível para a amizade no Facebook; então, é uma bênção... E eu acho que muito jovem não tem nem mesmo consciência do que eles realmente perderam, porque eles nunca vivenciaram esse tipo de situação.

Por outro lado, há a maldição, pois quando você entra no laço, você espera ficar lá para sempre. Você jura, você faz um juramento: até que a morte nos separe, para sempre. O que isso significa? Significa que você empenha o seu futuro. Talvez amanhã, ou no mês que vem, ou no ano que vem, haja novas oportunidades. Agora você não consegue prevê-las, porque você ficará preso aos seus antigos compromissos, às suas antigas obrigações.

Então, trata-se de uma situação muito ambivalente e, consequentemente, de um fenômeno curioso dessa pessoa solitária numa multidão de solitários. Estamos todos numa solidão e numa multidão ao mesmo tempo.

ZIGMUNT BAUMAN. Fronteiras.com/artigos/zygmunt-baumanla- solidao-e-a-grande-ameaça. (Adaptado)

A gramática de uma língua é necessariamente um sistema de unidades e de regras combinadas em construções de extensão variável. Nesse viés, e considerando a classe dos pronomes pessoais, identifique a alternativa em que há um pronome pessoal oblíquo.

  • A. “Você nasce numa comunidade”.
  • B. “Uma é conectar e a outra é desconectar.”
  • C.

    “Neste caso, romper relações é sempre um evento muito traumático”.

  • D. “Por outro lado, temos a rede.”.
  • E.

    “é muito satisfatório ter outro parceiro em quem confiar e fazer algo por ele ou ela”.

Questão de Concurso - 936623

Concurso COFECI Profissional de Suporte Administrativo - Área Serviços de Recepção 2017

Questão 15

Instituto Quadrix (Quadrix )

Nível Médio

No que se refere ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue os itens subsequentes.

Em “atenuá-las” (linha 27), a forma pronominal “-las” está empregada em referência a “possíveis frustrações” (linha 25).
  • C. Certo
  • E. Errado

Questão de Concurso - 939233

Concurso CBM AL Oficial Combatente - Espanhol 2017

Questão 14

Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE/CEBRASPE)

Nível Superior

Texto CB1A1AAA


1 O século XX assistiu a duas sangrentas conflagrações,

cujos efeitos se fizeram sentir sobre a maior parte da

humanidade e, por isso, foram justamente chamadas Guerras

4 Mundiais. O primeiro conflito, entre 1914 e 1918, gerou a

constituição da Liga das Nações, que não conseguiu sobreviver

às tensões entre as principais potências da época. O segundo,

7 entre 1939 e 1945, teve por consequência a criação da

Organização das Nações Unidas, encarregada principalmente

da manutenção da paz e segurança internacionais.

10 Os conflitos do século XX possuem uma diferença

marcante em relação às guerras ocorridas em épocas anteriores.

Até o século XIX, as guerras provocavam morte e destruição

13 principalmente nas zonas de combate e em suas proximidades,

e a maior parte das baixas era causada entre os combatentes. As

populações civis sofriam efeitos indiretos dessas guerras, mas

16 em geral não estavam expostas ao alcance imediato do

armamento com o qual os exércitos se defrontavam. Durante o

século XX e agora no limiar do segundo milênio, porém, o

19 poder destruidor do armamento de que dispõem as principais

potências e outros países economicamente mais adiantados

ameaça igualmente a sobrevivência de combatentes e não

22 combatentes. Cidades inteiras são reféns de armas de

destruição em massa que podem ser acionadas a distância e que

são capazes de viajar em poucos minutos até seus alvos

25 urbanos, a bordo de centenas de vetores disparados de silos

subterrâneos ou de submarinos e aviões que permanecem sob

os oceanos ou nos ares durante 24 horas, todos os dias, sob o

28 pretexto de dissuadir potenciais agressores. A doutrina da

“destruição mútua assegurada”, em voga durante os anos mais

intensos da Guerra Fria, não deixava dúvida quanto a seus

31 resultados: a completa eliminação recíproca tanto de agressores

quanto de agredidos, e com eles boa parte do restante da

comunidade internacional, em meio a nuvens radioativas em

34 forma de cogumelo. Quem quer que tenha tido ocasião de

visitar os museus de Hiroshima e Nagasaki não pode deixar de

refletir com apreensão sobre o destino da humanidade e da

37 civilização, tal como as conhecemos, caso ocorra uma

confrontação entre potências possuidoras de armamento

atômico. Por esse motivo, têm recrudescido nos anos recentes

40 os clamores da sociedade civil por medidas urgentes e

concretas de desarmamento nuclear.

Sergio de Queiroz Duarte. Esforços internacionais em prol do desarmamento. In: Desarmamento e temas correlatos. Brasília: FUNAG, 2014, p. 23-5 (com adaptações).

Acerca dos aspectos linguísticos e dos sentidos do texto CB1A1AAA, julgue os próximos itens.

A forma pronominal “as” (l.37) retoma “Hiroshima e Nagasaki” (l.35).
  • C. Certo
  • E. Errado