Questões de Concurso de Pronomes demonstrativos - Língua Portuguesa

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Questão de Concurso - 949948

Concurso

Questão 18

Nível

Assinale a alternativa em que, na expressão destacada, o termo “o” está empregado como pronome demonstrativo.
  • A. Apanhou um resfriado, do resfriado passou à pneumonia…
  • B. … em que se tomou conhecimento do que a carta dizia…
  • C. … uma carta […] cuidadosamente colocada dentro do cofre…
  • D. … para desrespeitar a vontade do falecido.
  • E. … e que foi ganho com o suor do meu rosto.

Questão de Concurso - 1128775

Concurso Advogado I 2018

Questão 5

FUNDATEC Processos Seletivos (FUNDATEC)

Nível Superior

Assinale a alternativa na qual o termo sublinhado possa ser classificado como pronome demonstrativo.

  • A. “quase todos servem para isso” (l. 02-03).
  • B. “traz algumas fotos de Lygia” (l. 15).
  • C. “Decerto uma mulher elegante, como Lygia.” (l. 24).
  • D. "Deus nunca me abandonou" (l. 37).
  • E. “O leitor termina sem saber direito o que aconteceu.” (l. 43-44).

Questão de Concurso - 1212779

Concurso

Questão 1

Nível

Leia a tira para responder às questões de números 01 a 03.


De acordo com a norma-padrão, as lacunas das falas do tigre devem ser preenchidas, respectivamente, com:

  • A.

    esta … lhe vi

  • B.

    essa … lhe vi

  • C.

    essa … vi-a

  • D.

    esta … vi ela

  • E.

    esta … a vi

Questão de Concurso - 1140529

Concurso CREA TO Auxiliar Administrativo 2019

Questão 10

Instituto Quadrix (Quadrix )

Nível Fundamental

No que se refere aos aspectos linguísticos e gramaticais do

texto, julgue os itens de 7 a 20.

No trecho “Este é um dos assuntos presentes em discussões propostas por instituições ambientalistas” (linhas 9 e 10), “Este” é um pronome demonstrativo que se refere a Dia Mundial da Limpeza.

  • C. Certo
  • E. Errado

Questão de Concurso - 891480

Concurso

Questão 14

Nível

No segundo parágrafo do texto, o pronome demonstrativo “Essa” (linha 4) faz alusão ao segmento
  • A. ”a conclusão” (linha 4).
  • B. “a linguagem científica” (linha 1).
  • C. “A maioria da população brasileira” (linha 1).
  • D. “A maioria... de luz.” (primeiro parágrafo).
  • E. “primeira pesquisa nacional” (linha 4).

Questão de Concurso - 971279

Concurso PC BA Investigador de Polícia 2018

Questão 2

Fundação para o Vestibular da Universidade Estadual Paulista (VUNESP)

Nível Superior

O pronome Isso, iniciando o último parágrafo, remete
  • A. à compreensão de que a tecnologia não deve ser vista como um facilitador das relações interpessoais.
  • B. à ideia de exigir que graduados em ciências sociais desenvolvam os programas de computador.
  • C. ao fato de que os programas de computador têm sido projetados por profissionais com pouco conhecimento da tecnologia.
  • D. à concepção de tecnologia como uma abstração, com pouca aplicação prática na cultura contemporânea.
  • E. à sugestão de forçar programadores de computador a refletir sobre a cultura de forma ampla.

Questão de Concurso - 988363

Concurso PC SP Investigador de Polícia 2018

Questão 30

Fundação para o Vestibular da Universidade Estadual Paulista (VUNESP)

Nível Superior

Leia a tira.

Em conformidade com a norma-padrão, os termos que preenchem as lacunas são, respectivamente,

  • A. estes … Devem … tem
  • B. esses … Devem … têm
  • C. estes … Deve … têm
  • D. aqueles … Devem … tem
  • E. esses … Deve … tem

Questão de Concurso - 1209296

Concurso

Questão 15

Nível

Em razão da proximidade do referente anterior, é necessário substituir “Esses raptos” por Estes raptos, a fim de obedecer aos preceitos de emprego de pronomes demonstrativos na coesão textual.

  • C. Certo
  • E. Errado

Questão de Concurso - 1206499

Concurso FIEC Procurador Jurídico 2019

Questão 5

Integri Brasil Assessoria e Consultoria

Nível Superior

Leia o texto a seguir e responda às questões de 01 a 05:

Eu tenho medo

Walcyr Carrasco

Parece história de humor negro. Não é. Aconteceu de verdade, é realmente um horror. Um amigo, médico dermatologista, foi fechado por um caminhão num dos acessos à Avenida 23 de Maio, em São Paulo. O carro saiu da pista, despencou pela ribanceira e colidiu com arbustos, pedras, desníveis de terreno. Meu amigo bateu a cabeça, ensanguentou-se. Primeiro horror: o caminhão fugiu. Sei que isso não surpreende ninguém. Nunca ouvi a história de um caminhão que parasse após provocar um acidente. Um funcionário meu recentemente foi fechado por um, em plena Via Dutra. Ele se machucou, o carro amassou em toda a lateral. O caminhoneiro acelerou, para se ver livre da responsabilidade. A história começa com esse horror com que me acostumei: caminhões não param nem para ver se a gente está vivo. Ainda dentro do carro, sangrando, meu amigo médico pegou o celular para pedir socorro. Estava sem bateria. Um Gol parou. Dois rapazes desceram e ofereceram ajuda. Auxiliaram-no a subir a rampa até uma empresa, cujo segurança, finalmente, chamou a polícia. O acidentado voltou para o carro. As duas “almas bondosas” haviam roubado tudo o que ele tinha. Sim, os rapazes do Gol levaram celular, carteira, cartões de crédito, bolsa. Tudo. E fugiram. É um segundo horror, que superdimensiona o outro. O pior é a conclusão do médico:

– Ainda bem que eu estava sem bateria e não fiquei no carro. E que não cheguei quando roubavam. Aí, teriam acabado comigo. Verdade absoluta. Teria sido fácil, para roubar, acabar com o médico ensanguentado. Nem deixariam pistas, tudo seria debitado ao acidente.

Esse acontecimento me provoca um pavor profundo.

Estou ficando velho. Sou de um tempo em que mesmo adolescente, às vezes, quando saía, amanhecia no ponto de ônibus esperando o primeiro da minha linha. Quantas vezes amigos e eu passamos o final da madrugada no banco de uma praça, batendo papo até o ônibus chegar? Também sou de um tempo em que, para viajar, ia para a estrada e pegava carona. Era fácil, sempre havia um carro que parava. De carona em carona, eu chegava ao meu destino. Nem sabia o que era pegar ônibus para viajar. Avião, menos ainda. Hoje, eu mesmo não paro quando alguém me pede carona. Tenho medo. Mesmo porque são inúmeros os casos em que a generosidade é recompensada com assaltos e agressões. Até assassinatos.

Assaltos sempre aconteceram. Psicopatas existem. O que me apavora é essa sensação disseminada de vale-tudo na nossa sociedade. Comecei a contar a história do médico a três outros amigos. Todos, antes de eu terminar, disseram:

– Aposto que os caras do Gol tinham roubado tudo. A completa falta de ética já é esperada, tida como normal. É intrínseca à sociedade nacional. Não posso falar por todos os países do mundo. Costumo viajar, andar à noite pelas ruas, eventualmente ser ajudado por desconhecidos. Esse descaso com o outro, só vejo mesmo por aqui. Um ator conhecido certa vez viu uma mulher atropelada na rua, abandonada pelo autor do acidente. Botou no seu próprio carro e levou ao hospital. Não deu outra: mais tarde a dita-cuja o acusou de ser responsável pelo atropelamento. Exigiu indenização. Em vez de agradecer, deu um golpe. Soube também de donos de automóveis que instalam câmeras em seus veículos, porque há gente que se atira na frente, para mais tarde processar. A gravação serve para provar a má intenção da “vítima”. Resultado: se atropelar alguém, óbvio, socorrerei. Mas terei medo de pôr no meu carro alguém que encontre ferido, atropelado, precisando de ajuda, porque tudo pode se voltar contra mim.

Aí meu medo aumenta. Já não é mais relacionado a ser assaltado, sofrer alguma violência. É o que o medo do medo faz comigo, interiormente. Me sinto uma pessoa muito menos disposta a ser generosa. Sempre estranhei as recomendações do seguro: no caso de problema com o carro, chamar o socorro e ficar distante do veículo, até sua chegada. Depois do episódio com o médico, entendo.

O ferido está mais exposto. Nem falo das mulheres assassinadas só por esboçar um gesto de defesa quando querem roubar suas bolsas. Só isso daria um livro.

O amor ao próximo, o sentimento pelo outro, foi eliminado de nossas relações sociais. Resta o medo, o mesmo que sinto dentro de mim. Não só do que me assusta. Mas que me transforma em alguém pior do que eu queria ser.

(Revista Época, n. 856, 27 out. 2014, p. 106)

Há a ocorrência de pronome demonstrativo em:

  • A.

    Só isso daria um livro

  • B.

    O carro saiu da pista.

  • C.

    Ele se machucou.

  • D.

    Sempre estranhei as recomendações do seguro.

  • E.

    Porque tudo pode se voltar contra mim.

Questão de Concurso - 1214237

Concurso

Questão 3

Nível

Texto para as questões 1 a 10

A tragédia social dos homicídios

O Estado do Rio de Janeiro teve, no primeiro bimestre deste ano, o menor número de homicídios dolosos desde o

início da série histórica, em 1991. Não que seja um índice para se aplaudir em cena aberta: foram 705 homicídios, uma média

de um assassinato a cada duas horas. Mas é uma queda relevante. Em 1991, o mesmo bimestre teve 1.389 mortes; é uma

queda de mais ou menos 50% em 28 anos. Nesse ritmo, o estado chegará a padrões civilizados de homicídios lá pela década

5 de 2070.

Mas quando e onde se morre mais? E qual é o perfil da vítima de homicídio? Algumas ferramentas permitem

responder a essas perguntas.

Os dados deste ano podem ser vistos no sistema de visualização de dados do Instituto de Segurança Pública (ISP).

Mata-se mais no fim da noite, entre 22 horas e meia-noite, e o panorama fica pior no fim de semana. Nos primeiros dois

10 meses deste ano, as regiões com mais mortes foram a Baixada Fluminense e o interior do estado. Na Cidade do Rio, os

homicídios despencaram quase 51% na comparação com o mesmo bimestre de 2018.

O perfil da vítima pode ser analisado nos microdados fornecidos pelo ISP. Analisando-se os dados de quatro anos

de mortes (2015 a 2018), é possível tirar algumas conclusões. Há mais homicídios, realmente, nos fins de semana, com

predomínio do sábado. A maior quantidade de homicídios acontece de noite, seguida pela madrugada; à tarde é quando

15 menos se mata.

Homens são mortos com maior frequência do que mulheres, numa proporção de 11 para um. Pardos e negros são

mais assassinados que brancos, numa proporção de três para um. Quando a profissão da vítima é identificada,

desempregados estão em primeiro lugar, seguidos por estudantes, desocupados e pedreiros. Em cerca de um quarto dos

casos, não há relação entre vítima e autor. Quando existe, companheiros (ou companheiras), vizinhos, amigos e irmãos são

20 os principais responsáveis pelo crime. Quanto à idade, estão em primeiro lugar, com folga, os jovens de 18 a 24 anos.

Homens, jovens, pardos ou negros, desempregados ou desocupados. Quando se sabe que os principais autores de

homicídios, analisados em grupo, são o tráfico e a milícia, esse perfil não chega a surpreender. E não estão entrando na

análise as mortes em confronto com a polícia, que acentuariam ainda mais essas características.

Em quatro anos, mais de 7 mil adolescentes e jovens até 24 anos foram mortos no Rio. Se incluirmos os adultos até

25 30 anos – ou seja, pessoas no início de sua idade produtiva – temos mais de 10 mil mortos entre 2015 e 2018. E apenas no

Rio de Janeiro. Espalhe essa tragédia pelo país, em maior ou menor grau, e pelos últimos 20, 30 anos, e é possível vislumbrar

o tamanho da desgraça humana, econômica, social e previdenciária que despencou sobre o Brasil com o peso de uma

bigorna. Segundo dados do Ipea, entre 1996 e 2016, quase 574 mil jovens entre 15 e 29 anos foram mortos no país. Só 46

municípios, dos 5.570 do país, têm mais de meio milhão de habitantes.

30 Os jovens mortos dessa estatística não eram criminosos que trocaram tiros com a polícia. São vítimas. Meninos e

meninas, rapazes e garotas cujo espectro quase infinito de possibilidades virou um monólito de certezas, todas negativas. Não

terão filhos. Não trabalharão. Não vão casar nem comprar uma casa, nem carro, nem nada. Não pagarão impostos. Não

envelhecerão. Somos uma sociedade que está assassinando seu futuro.

(Giampaolo Morgado Braga. Época. 27 mar 2019, com adaptações.)

Nos primeiros dois meses deste ano, as regiões com mais mortes foram a Baixada Fluminense e o interior do estado. (linhas 9 e 10)

No trecho acima, o demonstrativo sublinhado exerce papel

  • A. anafórico.
  • B. dêitico.
  • C. catafórico.
  • D. epanafórico.
  • E. epifórico.