Questões de Concurso de Análise sintática - Língua Portuguesa

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Questão de Concurso - 1038830

Concurso PRF Policial Rodoviário Federal 2018

Questão 8

Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE/CEBRASPE)

Nível Superior

No que se refere aos sentidos e às construções linguísticas do texto precedente, julgue os itens a seguir.

A substituição da locução “a cidade toda” (ℓ.30) por toda cidade preservaria os sentidos e a correção gramatical do período.
  • C. Certo
  • E. Errado

Questão de Concurso - 1144465

Concurso MPE Técnico do Ministério Público - Área Administrativa 2019

Questão 19

Fundação Getúlio Vargas (FGV)

Nível Médio

Texto 3


Os velhos estão sempre aconselhando os jovens a guardar dinheiro. Digo que este é um mau conselho. Não guardem um centavo; invistam em si mesmo apenas. Eu nunca economizei um dólar sequer antes dos 40 anos de idade. (Henry Ford) 

A leitura de todos os bons livros é como uma conversa com todos os homens de melhor qualidade dos séculos passados. (Descartes)


Os termos que desempenham igual função nessa frase são: 

  • A.

    de todos os bons livros / de melhor qualidade;

  • B.

    de todos os bons livros / dos séculos passados;

  • C.

    com todos os homens / dos séculos passados;

  • D.

    com todos os homens / de melhor qualidade;

  • E.

    de todos os bons livros / com todos os homens.

Questão de Concurso - 1131575

Concurso CM - Fortaleza Consultor Técnico Legislativo 2019

Questão 14

Fundação Carlos Chagas (FCC)

Nível Superior

Em alguns dos mais importantes movimentos liberais que já operaram em nossa história (4º parágrafo), o termo sublinhado exerce a mesma função sintática do termo sublinhado em:

  • A.

    tal situação não se modificou essencialmente até à Abolição (2º parágrafo)

  • B.

    É efetivamente nas propriedades rústicas que toda a vida da colônia se concentra (2º parágrafo)

  • C.

    progressos materiais que tenderiam a arruinar a situação tradicional. (4º parágrafo)

  • D.

    Toda a estrutura de nossa sociedade colonial teve sua base fora dos meios urbanos. (1º parágrafo)

  • E.

    eram ainda os fazendeiros escravocratas e eram filhos de fazendeiros, educados nas profissões liberais, quem monopolizava a política (3º parágrafo)

Questão de Concurso - 957572

Concurso STM Analista Judiciário - Área Apoio Especializado - Especialidade: Revisão de Texto 2017

Questão 56

Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE/CEBRASPE)

Nível Superior

Com relação à variação linguística bem como aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto 6A1AAA, julgue os próximos itens.

O vocábulo “daí” (l.15) e a expressão “da ignorância” (l.16) exercem a mesma função sintática no período em que ocorrem.
  • C. Certo
  • E. Errado

Questão de Concurso - 1044293

Concurso SPAG Assistente de Gestão Pública 2018

Questão 9

Fundação Carlos Chagas (FCC)

Nível Médio

Leia o texto abaixo para responder às questões de números 1 a 9.

Mais da metade dos seres humanos hoje vivem em cidades, e esse número deve aumentar para 70% até 2050. Em termos econômicos, os resultados da urbanização foram notáveis. As cidades representam 80% do Produto Interno Bruto (PIB) global. Nos Estados Unidos, o corredor Boston-Nova York-Washington gera mais de 30% do PIB do país.

Mas o sucesso tem sempre um custo - e as cidades não são exceção, segundo análise do Fórum Econômico Mundial. Padrões insustentáveis de consumo, degradação ambiental e desigualdade persistente são alguns dos problemas das cidades modernas. Recentemente, entraram na equação as consequências da transformação digital. Há quem fale sobre uma futura desurbanização. Mas os especialistas consultados pelo Fórum descartam essa possibilidade. Preferem discorrer sobre como as cidades vão se adaptar à era da digitalização e como vão moldar a economia mundial.

A digitalização promete melhorar a vida das pessoas nas cidades. Em cidades inteligentes como Tallinn, na Estônia, os cidadãos podem votar nas eleições nacionais e envolver-se com o governo local via plataformas digitais, que permitem a assinatura de contratos e o pagamento de impostos, por exemplo. Programas similares em Cingapura e Amsterdã tentam criar uma espécie de “governo 4.0”.

Além disso, a tecnologia vai permitir uma melhora na governança. Plataformas digitais possibilitam acesso, abertura e transparência às operações de governos locais e provavelmente irão mudar a forma como os governos interagem com as pessoas.

(Adaptado de:“5 previsões para a cidade do futuro, segundo o Fórum Econômico Mundial”. Disponível em: https://epocanegocios.globo.com)

Está redigido em conformidade com a concordância da norma-padrão o livre comentário sobre o texto:
  • A. Os cidadãos de algumas cidades inteligentes já se faz ouvir por meio de plataformas digitais.
  • B. Padrões insustentáveis de consumo, degradação ambiental, desigualdade persistente, tudo afetam as cidades modernas.
  • C. Quando consultado pelo Fórum, os especialistas discorreram sobre como as cidades vão se adaptar à era da digitalização.
  • D. É possível que a vida das pessoas nas cidades se tornem mais fáceis serem vividas com a digitalização.
  • E. Segundo algumas previsões, 70% da população mundial deverá habitar as cidades até 2050.

Questão de Concurso - 1094766

Concurso Agente de Fiscalização Municipal - Área Agente de Fiscalização do Meio Ambiente e Serviços Públicos 2019

Questão 3

Fundação Getúlio Vargas (FGV)

Nível Médio

“Muito se tem falado de conservação do meio ambiente, mas não se criou ainda a consciência de que o planeta precisa urgentemente de nossos cuidados.”

(Brasil Escola)

Assinale a opção que indica os termos que, nesse segmento do texto, desempenham a mesma função sintática.

  • A.

    de conservação / do meio ambiente

  • B.

    de que o planeta precisa urgentemente / de nossos cuidados

  • C.

    de conservação / de nossos cuidados

  • D.

    de que o planeta precisa urgentemente de nossos cuidados / do meio ambiente

  • E.

    de conservação / de que o planeta precisa

Questão de Concurso - 1120859

Concurso TJ/CE Técnico Judiciário - Área Judiciária 2019

Questão 16

Fundação Getúlio Vargas (FGV)

Nível Médio

“Há uma espécie de conforto na autocondenação. Quando nos condenamos, pensamos que ninguém mais tem o direito de fazê-lo”.

A frase abaixo em que o vocábulo “mais” mostra o mesmo valor que na frase acima é:

  • A.

    A certeza de um castigo é sempre mais intensa que o temor de outro mais severo;

  • B.

    A certeza de um castigo é sempre mais intensa que o temor de outro mais severo;

  • C.

    Quanto mais a pena for rápida e próxima do delito, tanto mais justa e útil ela será;

  • D.

    Não se enforca um homem por ele ter roubado cavalos, mas para que cavalos não sejam mais roubados;

  • E.

    A leitura de um livro mais não modificará a visão que temos da Justiça.

Questão de Concurso - 1127007

Concurso CREA Agente de Fiscalização 2019

Questão 13

Instituto Quadrix

Nível Médio

Quanto aos aspectos linguísticos do texto, julgue os itens de 6 a 16.

Na linha 11, os termos “instável” e “escasso” têm, no texto, a mesma classificação gramatical e função sintática.

  • C. Certo
  • E. Errado

Questão de Concurso - 1206496

Concurso FIEC Procurador Jurídico 2019

Questão 2

Integri Brasil Assessoria e Consultoria

Nível Superior

Leia o texto a seguir e responda às questões de 01 a 05:

Eu tenho medo

Walcyr Carrasco

Parece história de humor negro. Não é. Aconteceu de verdade, é realmente um horror. Um amigo, médico dermatologista, foi fechado por um caminhão num dos acessos à Avenida 23 de Maio, em São Paulo. O carro saiu da pista, despencou pela ribanceira e colidiu com arbustos, pedras, desníveis de terreno. Meu amigo bateu a cabeça, ensanguentou-se. Primeiro horror: o caminhão fugiu. Sei que isso não surpreende ninguém. Nunca ouvi a história de um caminhão que parasse após provocar um acidente. Um funcionário meu recentemente foi fechado por um, em plena Via Dutra. Ele se machucou, o carro amassou em toda a lateral. O caminhoneiro acelerou, para se ver livre da responsabilidade. A história começa com esse horror com que me acostumei: caminhões não param nem para ver se a gente está vivo. Ainda dentro do carro, sangrando, meu amigo médico pegou o celular para pedir socorro. Estava sem bateria. Um Gol parou. Dois rapazes desceram e ofereceram ajuda. Auxiliaram-no a subir a rampa até uma empresa, cujo segurança, finalmente, chamou a polícia. O acidentado voltou para o carro. As duas “almas bondosas” haviam roubado tudo o que ele tinha. Sim, os rapazes do Gol levaram celular, carteira, cartões de crédito, bolsa. Tudo. E fugiram. É um segundo horror, que superdimensiona o outro. O pior é a conclusão do médico:

– Ainda bem que eu estava sem bateria e não fiquei no carro. E que não cheguei quando roubavam. Aí, teriam acabado comigo. Verdade absoluta. Teria sido fácil, para roubar, acabar com o médico ensanguentado. Nem deixariam pistas, tudo seria debitado ao acidente.

Esse acontecimento me provoca um pavor profundo.

 Estou ficando velho. Sou de um tempo em que mesmo adolescente, às vezes, quando saía, amanhecia no ponto de ônibus esperando o primeiro da minha linha. Quantas vezes amigos e eu passamos o final da madrugada no banco de uma praça, batendo papo até o ônibus chegar? Também sou de um tempo em que, para viajar, ia para a estrada e pegava carona. Era fácil, sempre havia um carro que parava. De carona em carona, eu chegava ao meu destino. Nem sabia o que era pegar ônibus para viajar. Avião, menos ainda. Hoje, eu mesmo não paro quando alguém me pede carona. Tenho medo. Mesmo porque são inúmeros os casos em que a generosidade é recompensada com assaltos e agressões. Até assassinatos.

Assaltos sempre aconteceram. Psicopatas existem. O que me apavora é essa sensação disseminada de vale-tudo na nossa sociedade. Comecei a contar a história do médico a três outros amigos. Todos, antes de eu terminar, disseram:

– Aposto que os caras do Gol tinham roubado tudo. A completa falta de ética já é esperada, tida como normal. É intrínseca à sociedade nacional. Não posso falar por todos os países do mundo. Costumo viajar, andar à noite pelas ruas, eventualmente ser ajudado por desconhecidos. Esse descaso com o outro, só vejo mesmo por aqui. Um ator conhecido certa vez viu uma mulher atropelada na rua, abandonada pelo autor do acidente. Botou no seu próprio carro e levou ao hospital. Não deu outra: mais tarde a dita-cuja o acusou de ser responsável pelo atropelamento. Exigiu indenização. Em vez de agradecer, deu um golpe. Soube também de donos de automóveis que instalam câmeras em seus veículos, porque há gente que se atira na frente, para mais tarde processar. A gravação serve para provar a má intenção da “vítima”. Resultado: se atropelar alguém, óbvio, socorrerei. Mas terei medo de pôr no meu carro alguém que encontre ferido, atropelado, precisando de ajuda, porque tudo pode se voltar contra mim.

Aí meu medo aumenta. Já não é mais relacionado a ser assaltado, sofrer alguma violência. É o que o medo do medo faz comigo, interiormente. Me sinto uma pessoa muito menos disposta a ser generosa. Sempre estranhei as recomendações do seguro: no caso de problema com o carro, chamar o socorro e ficar distante do veículo, até sua chegada. Depois do episódio com o médico, entendo.

O ferido está mais exposto. Nem falo das mulheres assassinadas só por esboçar um gesto de defesa quando querem roubar suas bolsas. Só isso daria um livro.

O amor ao próximo, o sentimento pelo outro, foi eliminado de nossas relações sociais. Resta o medo, o mesmo que sinto dentro de mim. Não só do que me assusta. Mas que me transforma em alguém pior do que eu queria ser.

(Revista Época, n. 856, 27 out. 2014, p. 106)

A construção sintática da frase “O amor ao próximo”, no último parágrafo do texto é a mesma observada em:

  • A.

    O ferido está mais exposto.

  • B.

    Resta o medo.

  • C.

    A completa falta de ética.

  • D.

    Aconteceu de verdade.

  • E.

    História de humor negro

Questão de Concurso - 972708

Concurso ALE Técnico Legislativo - Área Apoio Técnico-Administrativo - Administração 2018

Questão 6

Fundação Carlos Chagas (FCC)

Nível Médio

Vi a propaganda no mesmo dia em que a Câmara Brasileira do Livro e a Amazon anunciaram uma nova categoria do prêmio Jabuti... (2o parágrafo)

No contexto, possui a mesma função sintática que o elemento sublinhado acima o que está também sublinhado em:

  • A. Ou seja, pela via do meio, o novo prêmio atenderia ao mercado...
  • B. Os prêmios literários são asserções...
  • C. exceção e subjetividade não fazem parte do vocabulário...
  • D. É claro que há diferenças.
  • E. Um filme publicitário traz um ator interpretando um boçal...