Questões de Concursos Agência de Defesa Agropecuária do Paraná - ADAPAR - PR (ADAPAR/PR)

Ver página ADAPAR/PR Navegar questão a questão

Questão de Concurso - 1137404

Concurso ADAPAR Fiscal de Defesa Agropecuária - Área Médico Veterinário 2014

Questão 1

Coordenadoria de Processos Seletivos da Universidade Estadual de Londrina (COPS UEL)

Nível Superior

Leia o texto e responda às questões de 1 a 6.

O paradoxo costuma rondar sistemas democráticos. Até que ponto se pode tolerar a intolerância, ser liberal com quem pretende demolir as liberdades, assegurar os direitos dos que não os reconhecem? Em alguns casos, a dúvida se resolve facilmente. Criminaliza-se a tentativa de derrubar pela força um governo legítimo. Atentados terroristas recebem sanções severas, não importando a fundamentação política que possam ter. Nos chamados crimes de opinião, todavia, o debate se torna mais complexo. Poucas coisas são mais repugnantes e estúpidas do que o preconceito racial, e têm sido frequentes manifestações desse tipo nos estádios de futebol. Do Reino Unido ao Peru, do Japão ao Brasil, registram-se atos de insulto a jogadores afrodescendentes por parte de alguns (ou muitos) torcedores que estão prontos a aplaudir o jogador negro ou mulato quando estes fazem gols para seus times de dileção. Várias iniciativas se tomam para punir os responsáveis. Uma equipe peruana foi condenada a pagar multa (meros US$ 12 mil) depois de seus torcedores terem emitido gritos de “macaco” para agredir o jogador Tinga, do Cruzeiro. No Brasil, um time gaúcho perdeu nove pontos e foi rebaixado pelo fato de seus fãs terem atirado bananas contra um árbitro. A questão é saber se punições como essas cumprem um papel determinante, pedagógico e civilizatório, no sentido de modificar a mentalidade do torcedor racista. A repressão a um sentimento, por mais odioso que seja, não o desarma. Podem-se desencorajar, pela lei, certos comportamentos que o manifestem de forma explícita. Seu fundo de ressentimento e de destrutividade permanece e pode até fermentar, depois de recalcado. Não poderia ser mais educativa – no que teve de superioridade, humor e indiferença – a reação do brasileiro Daniel Alves, que soberanamente comeu a banana que lhe fora atirada. Uma agência publicitária tomou daí a inspiração, a pedido do atacante Neymar, também hostilizado nos campos espanhóis, para campanha contra o racismo. “Somos todos macacos”, diz o slogan, obtendo a adesão de inúmeras celebridades. Torna-se moda, nas redes sociais, divulgar fotos com a fruta em mãos; o insulto se neutraliza, o agressor se desconcerta, o símbolo inverte o sentido. É no campo das formas de expressão que o embate se leva a efeito. Gesto contra gesto, solidariedade contra particularismo, ironia contra estupidez: ainda que essa luta jamais tenha fim, é bom que seu lado mais inteligente tenha, também, as armas mais inteligentes a seu dispor.

(Adaptado de: Elegância 1, racismo 0. Editorial. Folha de S. Paulo. São Paulo, 1 maio 2014. Opinião. A2.)

Sobre as características do texto, considere as afirmativas a seguir.

I. As citações de autoridade utilizadas no texto agregam força aos argumentos apresentados.

II. Trata-se de texto narrativo, uma vez que as histórias são contadas com verossimilhança.

III. Trata-se de texto argumentativo em que o produtor apresenta uma posição definida em relação ao assunto proposto.

IV. O autor do texto fortalece seus argumentos utilizando exemplos e ilustrações, com respaldo em informações reais.

Assinale a alternativa correta.

  • A. Somente as afirmativas I e II são corretas.
  • B. Somente as afirmativas I e IV são corretas.
  • C. Somente as afirmativas III e IV são corretas.
  • D.

    Somente as afirmativas I, II e III são corretas.

  • E.

    Somente as afirmativas II, III e IV são corretas.

Questão de Concurso - 1137420

Concurso ADAPAR Fiscal de Defesa Agropecuária - Área Médico Veterinário 2014

Questão 2

Coordenadoria de Processos Seletivos da Universidade Estadual de Londrina (COPS UEL)

Nível Superior

Leia o texto e responda às questões de 1 a 6.

O paradoxo costuma rondar sistemas democráticos. Até que ponto se pode tolerar a intolerância, ser liberal com quem pretende demolir as liberdades, assegurar os direitos dos que não os reconhecem? Em alguns casos, a dúvida se resolve facilmente. Criminaliza-se a tentativa de derrubar pela força um governo legítimo. Atentados terroristas recebem sanções severas, não importando a fundamentação política que possam ter. Nos chamados crimes de opinião, todavia, o debate se torna mais complexo. Poucas coisas são mais repugnantes e estúpidas do que o preconceito racial, e têm sido frequentes manifestações desse tipo nos estádios de futebol. Do Reino Unido ao Peru, do Japão ao Brasil, registram-se atos de insulto a jogadores afrodescendentes por parte de alguns (ou muitos) torcedores que estão prontos a aplaudir o jogador negro ou mulato quando estes fazem gols para seus times de dileção. Várias iniciativas se tomam para punir os responsáveis. Uma equipe peruana foi condenada a pagar multa (meros US$ 12 mil) depois de seus torcedores terem emitido gritos de “macaco” para agredir o jogador Tinga, do Cruzeiro. No Brasil, um time gaúcho perdeu nove pontos e foi rebaixado pelo fato de seus fãs terem atirado bananas contra um árbitro. A questão é saber se punições como essas cumprem um papel determinante, pedagógico e civilizatório, no sentido de modificar a mentalidade do torcedor racista. A repressão a um sentimento, por mais odioso que seja, não o desarma. Podem-se desencorajar, pela lei, certos comportamentos que o manifestem de forma explícita. Seu fundo de ressentimento e de destrutividade permanece e pode até fermentar, depois de recalcado. Não poderia ser mais educativa – no que teve de superioridade, humor e indiferença – a reação do brasileiro Daniel Alves, que soberanamente comeu a banana que lhe fora atirada. Uma agência publicitária tomou daí a inspiração, a pedido do atacante Neymar, também hostilizado nos campos espanhóis, para campanha contra o racismo. “Somos todos macacos”, diz o slogan, obtendo a adesão de inúmeras celebridades. Torna-se moda, nas redes sociais, divulgar fotos com a fruta em mãos; o insulto se neutraliza, o agressor se desconcerta, o símbolo inverte o sentido. É no campo das formas de expressão que o embate se leva a efeito. Gesto contra gesto, solidariedade contra particularismo, ironia contra estupidez: ainda que essa luta jamais tenha fim, é bom que seu lado mais inteligente tenha, também, as armas mais inteligentes a seu dispor.

(Adaptado de: Elegância 1, racismo 0. Editorial. Folha de S. Paulo. São Paulo, 1 maio 2014. Opinião. A2.)

Acerca da declaração que introduz o texto “O paradoxo costuma rondar sistemas democráticos”, assinale a alternativa que apresenta, corretamente, um trecho do texto que a exemplifica.

  • A.

    Criminaliza-se a tentativa de derrubar pela força um governo legítimo.

  • B.

    Várias iniciativas se tomam para punir os responsáveis.

  • C.

    A repressão a um sentimento, por mais odioso que seja, não o desarma.

  • D.

    ... Neymar, também hostilizado nos campos espanhóis.

  • E.

    ... o insulto se neutraliza, o agressor se desconcerta, o símbolo inverte o sentido.

Questão de Concurso - 1137422

Concurso ADAPAR Fiscal de Defesa Agropecuária - Área Médico Veterinário 2014

Questão 3

Coordenadoria de Processos Seletivos da Universidade Estadual de Londrina (COPS UEL)

Nível Superior

Leia o texto e responda às questões de 1 a 6.

O paradoxo costuma rondar sistemas democráticos. Até que ponto se pode tolerar a intolerância, ser liberal com quem pretende demolir as liberdades, assegurar os direitos dos que não os reconhecem? Em alguns casos, a dúvida se resolve facilmente. Criminaliza-se a tentativa de derrubar pela força um governo legítimo. Atentados terroristas recebem sanções severas, não importando a fundamentação política que possam ter. Nos chamados crimes de opinião, todavia, o debate se torna mais complexo. Poucas coisas são mais repugnantes e estúpidas do que o preconceito racial, e têm sido frequentes manifestações desse tipo nos estádios de futebol. Do Reino Unido ao Peru, do Japão ao Brasil, registram-se atos de insulto a jogadores afrodescendentes por parte de alguns (ou muitos) torcedores que estão prontos a aplaudir o jogador negro ou mulato quando estes fazem gols para seus times de dileção. Várias iniciativas se tomam para punir os responsáveis. Uma equipe peruana foi condenada a pagar multa (meros US$ 12 mil) depois de seus torcedores terem emitido gritos de “macaco” para agredir o jogador Tinga, do Cruzeiro. No Brasil, um time gaúcho perdeu nove pontos e foi rebaixado pelo fato de seus fãs terem atirado bananas contra um árbitro. A questão é saber se punições como essas cumprem um papel determinante, pedagógico e civilizatório, no sentido de modificar a mentalidade do torcedor racista. A repressão a um sentimento, por mais odioso que seja, não o desarma. Podem-se desencorajar, pela lei, certos comportamentos que o manifestem de forma explícita. Seu fundo de ressentimento e de destrutividade permanece e pode até fermentar, depois de recalcado. Não poderia ser mais educativa – no que teve de superioridade, humor e indiferença – a reação do brasileiro Daniel Alves, que soberanamente comeu a banana que lhe fora atirada. Uma agência publicitária tomou daí a inspiração, a pedido do atacante Neymar, também hostilizado nos campos espanhóis, para campanha contra o racismo. “Somos todos macacos”, diz o slogan, obtendo a adesão de inúmeras celebridades. Torna-se moda, nas redes sociais, divulgar fotos com a fruta em mãos; o insulto se neutraliza, o agressor se desconcerta, o símbolo inverte o sentido. É no campo das formas de expressão que o embate se leva a efeito. Gesto contra gesto, solidariedade contra particularismo, ironia contra estupidez: ainda que essa luta jamais tenha fim, é bom que seu lado mais inteligente tenha, também, as armas mais inteligentes a seu dispor.

(Adaptado de: Elegância 1, racismo 0. Editorial. Folha de S. Paulo. São Paulo, 1 maio 2014. Opinião. A2.)

Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, o objetivo do texto.

  • A.

    Discutir aspectos sociais e históricos que contribuem para as diversas manifestações racistas atualmente.

  • B.

    Divulgar a agência publicitária que promoveu a campanha “Somos todos macacos”.

  • C.

    Criticar as medidas punitivas tomadas por órgãos responsáveis, principalmente, as que dizem respeito ao preconceito racial.

  • D.

    Conscientizar o cidadão acerca de seu papel social, tanto no aspecto da educação quanto no de ser humano dotado de civilidade.

  • E.

    Enumerar diversas atitudes que podem ser tomadas para dirimir as manifestações racistas no Brasil.

Questão de Concurso - 1137426

Concurso ADAPAR Fiscal de Defesa Agropecuária - Área Médico Veterinário 2014

Questão 4

Coordenadoria de Processos Seletivos da Universidade Estadual de Londrina (COPS UEL)

Nível Superior

Leia o texto e responda às questões de 1 a 6.

O paradoxo costuma rondar sistemas democráticos. Até que ponto se pode tolerar a intolerância, ser liberal com quem pretende demolir as liberdades, assegurar os direitos dos que não os reconhecem? Em alguns casos, a dúvida se resolve facilmente. Criminaliza-se a tentativa de derrubar pela força um governo legítimo. Atentados terroristas recebem sanções severas, não importando a fundamentação política que possam ter. Nos chamados crimes de opinião, todavia, o debate se torna mais complexo. Poucas coisas são mais repugnantes e estúpidas do que o preconceito racial, e têm sido frequentes manifestações desse tipo nos estádios de futebol. Do Reino Unido ao Peru, do Japão ao Brasil, registram-se atos de insulto a jogadores afrodescendentes por parte de alguns (ou muitos) torcedores que estão prontos a aplaudir o jogador negro ou mulato quando estes fazem gols para seus times de dileção. Várias iniciativas se tomam para punir os responsáveis. Uma equipe peruana foi condenada a pagar multa (meros US$ 12 mil) depois de seus torcedores terem emitido gritos de “macaco” para agredir o jogador Tinga, do Cruzeiro. No Brasil, um time gaúcho perdeu nove pontos e foi rebaixado pelo fato de seus fãs terem atirado bananas contra um árbitro. A questão é saber se punições como essas cumprem um papel determinante, pedagógico e civilizatório, no sentido de modificar a mentalidade do torcedor racista. A repressão a um sentimento, por mais odioso que seja, não o desarma. Podem-se desencorajar, pela lei, certos comportamentos que o manifestem de forma explícita. Seu fundo de ressentimento e de destrutividade permanece e pode até fermentar, depois de recalcado. Não poderia ser mais educativa – no que teve de superioridade, humor e indiferença – a reação do brasileiro Daniel Alves, que soberanamente comeu a banana que lhe fora atirada. Uma agência publicitária tomou daí a inspiração, a pedido do atacante Neymar, também hostilizado nos campos espanhóis, para campanha contra o racismo. “Somos todos macacos”, diz o slogan, obtendo a adesão de inúmeras celebridades. Torna-se moda, nas redes sociais, divulgar fotos com a fruta em mãos; o insulto se neutraliza, o agressor se desconcerta, o símbolo inverte o sentido. É no campo das formas de expressão que o embate se leva a efeito. Gesto contra gesto, solidariedade contra particularismo, ironia contra estupidez: ainda que essa luta jamais tenha fim, é bom que seu lado mais inteligente tenha, também, as armas mais inteligentes a seu dispor.

(Adaptado de: Elegância 1, racismo 0. Editorial. Folha de S. Paulo. São Paulo, 1 maio 2014. Opinião. A2.)

Acerca dos recursos linguístico-semânticos presentes no texto, atribua V (verdadeiro) ou F (falso) às afirmativas a seguir.

( ) Em “Nos chamados crimes de opinião, todavia, o debate se torna mais complexo”, o termo sublinhado tem sentido de oposição.

( ) Em “torcedores que estão prontos a aplaudir o jogador negro ou mulato quando estes fazem gols para seus times de dileção”, o termo sublinhado se refere a “negro” e “mulato”.

( ) Em “um time gaúcho perdeu nove pontos e foi rebaixado pelo fato de seus fãs terem atirado bananas contra um árbitro”, o termo sublinhado se refere a “fãs”.

( ) No trecho “A repressão a um sentimento, por mais odioso que seja, não o desarma”, o pronome sublinhado faz referência a “torcedor racista”, que aparece na oração anterior.

( ) No trecho “a reação do brasileiro Daniel Alves, que soberanamente comeu a banana que lhe fora atirada”, o termo sublinhado se refere à palavra “banana”.

Assinale a alternativa que contém, de cima para baixo, a sequência correta.

  • A. V, V, F, F, F.
  • B. V, F, V, V, F.
  • C. V, F, V, F, V.
  • D. F, V, V, F, F.
  • E. F, F, F, V, V.

Questão de Concurso - 1137428

Concurso ADAPAR Fiscal de Defesa Agropecuária - Área Médico Veterinário 2014

Questão 5

Coordenadoria de Processos Seletivos da Universidade Estadual de Londrina (COPS UEL)

Nível Superior

Leia o texto e responda às questões de 1 a 6.

O paradoxo costuma rondar sistemas democráticos. Até que ponto se pode tolerar a intolerância, ser liberal com quem pretende demolir as liberdades, assegurar os direitos dos que não os reconhecem? Em alguns casos, a dúvida se resolve facilmente. Criminaliza-se a tentativa de derrubar pela força um governo legítimo. Atentados terroristas recebem sanções severas, não importando a fundamentação política que possam ter. Nos chamados crimes de opinião, todavia, o debate se torna mais complexo. Poucas coisas são mais repugnantes e estúpidas do que o preconceito racial, e têm sido frequentes manifestações desse tipo nos estádios de futebol. Do Reino Unido ao Peru, do Japão ao Brasil, registram-se atos de insulto a jogadores afrodescendentes por parte de alguns (ou muitos) torcedores que estão prontos a aplaudir o jogador negro ou mulato quando estes fazem gols para seus times de dileção. Várias iniciativas se tomam para punir os responsáveis. Uma equipe peruana foi condenada a pagar multa (meros US$ 12 mil) depois de seus torcedores terem emitido gritos de “macaco” para agredir o jogador Tinga, do Cruzeiro. No Brasil, um time gaúcho perdeu nove pontos e foi rebaixado pelo fato de seus fãs terem atirado bananas contra um árbitro. A questão é saber se punições como essas cumprem um papel determinante, pedagógico e civilizatório, no sentido de modificar a mentalidade do torcedor racista. A repressão a um sentimento, por mais odioso que seja, não o desarma. Podem-se desencorajar, pela lei, certos comportamentos que o manifestem de forma explícita. Seu fundo de ressentimento e de destrutividade permanece e pode até fermentar, depois de recalcado. Não poderia ser mais educativa – no que teve de superioridade, humor e indiferença – a reação do brasileiro Daniel Alves, que soberanamente comeu a banana que lhe fora atirada. Uma agência publicitária tomou daí a inspiração, a pedido do atacante Neymar, também hostilizado nos campos espanhóis, para campanha contra o racismo. “Somos todos macacos”, diz o slogan, obtendo a adesão de inúmeras celebridades. Torna-se moda, nas redes sociais, divulgar fotos com a fruta em mãos; o insulto se neutraliza, o agressor se desconcerta, o símbolo inverte o sentido. É no campo das formas de expressão que o embate se leva a efeito. Gesto contra gesto, solidariedade contra particularismo, ironia contra estupidez: ainda que essa luta jamais tenha fim, é bom que seu lado mais inteligente tenha, também, as armas mais inteligentes a seu dispor.

(Adaptado de: Elegância 1, racismo 0. Editorial. Folha de S. Paulo. São Paulo, 1 maio 2014. Opinião. A2.)

Sobre a pontuação utilizada no texto, considere as afirmativas a seguir.

I. No início do texto, a interrogação é usada por se tratar de uma pergunta retórica.

II. Nos dois momentos em que os parênteses são usados, eles carregam traços subjetivos do autor.

III. As aspas usadas no texto têm por função destacar um discurso que não é do autor.

IV. Os travessões são usados no texto para destacar uma oração que o autor deseja enfatizar.

Assinale a alternativa correta.

  • A. Somente as afirmativas I e II são corretas.
  • B. Somente as afirmativas I e IV são corretas.
  • C. Somente as afirmativas III e IV são corretas.
  • D. Somente as afirmativas I, II e III são corretas.
  • E. Somente as afirmativas II, III e IV são corretas.

Questão de Concurso - 1137430

Concurso ADAPAR Fiscal de Defesa Agropecuária - Área Médico Veterinário 2014

Questão 6

Coordenadoria de Processos Seletivos da Universidade Estadual de Londrina (COPS UEL)

Nível Superior

Leia o texto e responda às questões de 1 a 6.

O paradoxo costuma rondar sistemas democráticos. Até que ponto se pode tolerar a intolerância, ser liberal com quem pretende demolir as liberdades, assegurar os direitos dos que não os reconhecem? Em alguns casos, a dúvida se resolve facilmente. Criminaliza-se a tentativa de derrubar pela força um governo legítimo. Atentados terroristas recebem sanções severas, não importando a fundamentação política que possam ter. Nos chamados crimes de opinião, todavia, o debate se torna mais complexo. Poucas coisas são mais repugnantes e estúpidas do que o preconceito racial, e têm sido frequentes manifestações desse tipo nos estádios de futebol. Do Reino Unido ao Peru, do Japão ao Brasil, registram-se atos de insulto a jogadores afrodescendentes por parte de alguns (ou muitos) torcedores que estão prontos a aplaudir o jogador negro ou mulato quando estes fazem gols para seus times de dileção. Várias iniciativas se tomam para punir os responsáveis. Uma equipe peruana foi condenada a pagar multa (meros US$ 12 mil) depois de seus torcedores terem emitido gritos de “macaco” para agredir o jogador Tinga, do Cruzeiro. No Brasil, um time gaúcho perdeu nove pontos e foi rebaixado pelo fato de seus fãs terem atirado bananas contra um árbitro. A questão é saber se punições como essas cumprem um papel determinante, pedagógico e civilizatório, no sentido de modificar a mentalidade do torcedor racista. A repressão a um sentimento, por mais odioso que seja, não o desarma. Podem-se desencorajar, pela lei, certos comportamentos que o manifestem de forma explícita. Seu fundo de ressentimento e de destrutividade permanece e pode até fermentar, depois de recalcado. Não poderia ser mais educativa – no que teve de superioridade, humor e indiferença – a reação do brasileiro Daniel Alves, que soberanamente comeu a banana que lhe fora atirada. Uma agência publicitária tomou daí a inspiração, a pedido do atacante Neymar, também hostilizado nos campos espanhóis, para campanha contra o racismo. “Somos todos macacos”, diz o slogan, obtendo a adesão de inúmeras celebridades. Torna-se moda, nas redes sociais, divulgar fotos com a fruta em mãos; o insulto se neutraliza, o agressor se desconcerta, o símbolo inverte o sentido. É no campo das formas de expressão que o embate se leva a efeito. Gesto contra gesto, solidariedade contra particularismo, ironia contra estupidez: ainda que essa luta jamais tenha fim, é bom que seu lado mais inteligente tenha, também, as armas mais inteligentes a seu dispor.

(Adaptado de: Elegância 1, racismo 0. Editorial. Folha de S. Paulo. São Paulo, 1 maio 2014. Opinião. A2.)

Acerca do trecho “ainda que essa luta jamais tenha fim, é bom que seu lado mais inteligente tenha, também, as armas mais inteligentes a seu dispor”, assinale a alternativa que indica, corretamente, o sentido apresentado pela expressão sublinhada.

  • A. Restrição.
  • B. Tempo.
  • C. Concessão.
  • D. Condição.
  • E. Consequência.

Questão de Concurso - 1137435

Concurso ADAPAR Fiscal de Defesa Agropecuária - Área Médico Veterinário 2014

Questão 7

Coordenadoria de Processos Seletivos da Universidade Estadual de Londrina (COPS UEL)

Nível Superior

Leia o texto e responda às questões 7 e 8.

Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, uma incoerência em relação ao texto.

  • A.

    Há uma crítica implícita aos preparativos da Copa.

  • B. Há ironia veiculada nas informações do texto.
  • C. O texto é metafórico.
  • D.

    É um texto de humor crítico, próprio das charges.

  • E. É uma crítica aos colecionadores.

Questão de Concurso - 1137438

Concurso ADAPAR Fiscal de Defesa Agropecuária - Área Médico Veterinário 2014

Questão 8

Coordenadoria de Processos Seletivos da Universidade Estadual de Londrina (COPS UEL)

Nível Superior

Leia o texto e responda às questões 7 e 8.

Sobre os recursos utilizados no texto, atribua V (verdadeiro) ou F (falso) às afirmativas a seguir.

( ) O termo “Vó” é um vocativo.

( ) Em “para completar”, o termo sublinhado indica conclusão.

( ) O termo “só” indica exclusão.

( ) O termo “mas” tem sentido explicativo.

( ) A palavra “elas” se refere ao termo “figurinhas”.

Assinale a alternativa que contém, de cima para baixo, a sequência correta.

  • A. V, V, F, F, V.
  • B. V, F, V, F, V.
  • C. V, F, F, V, F.
  • D. F, V, V, V, F.
  • E. F, F, F, V, V.

Questão de Concurso - 1137450

Concurso ADAPAR Fiscal de Defesa Agropecuária - Área Médico Veterinário 2014

Questão 9

Coordenadoria de Processos Seletivos da Universidade Estadual de Londrina (COPS UEL)

Nível Superior

Quanto ao que rezam os Capítulos IV e V do Título II do Estatuto da Criança e do Adolescente, considere as afirmativas a seguir.

I. Casos de elevados níveis de repetência no Ensino Fundamental deverão ser comunicados ao Conselho Tutelar pelos dirigentes dos estabelecimentos escolares.

II. Às crianças e aos adolescentes com deficiência deverá ser assegurado o direito ao atendimento educacional especializado preferencialmente na rede regular de ensino.

III. Ao adolescente empregado que cumprir jornada noturna, realizada entre as vinte e duas horas de um dia e as cinco horas do dia seguinte, serão asseguradas horas extras de 100%.

IV. O direito de contestar critérios avaliativos utilizados nas escolas será concedido à criança logo que ela tornar-se adolescente ao completar quatorze anos de idade.

Assinale a alternativa correta.

  • A. Somente as afirmativas I e II são corretas.
  • B. Somente as afirmativas I e IV são corretas.
  • C. Somente as afirmativas III e IV são corretas.
  • D.

    Somente as afirmativas I, II e III são corretas.

  • E.

    Somente as afirmativas II, III e IV são corretas.

Questão de Concurso - 1137453

Concurso ADAPAR Fiscal de Defesa Agropecuária - Área Médico Veterinário 2014

Questão 10

Coordenadoria de Processos Seletivos da Universidade Estadual de Londrina (COPS UEL)

Nível Superior

De acordo com o Título II, dos Direitos Fundamentais, Capítulos IV e V do Estatuto da Criança e do Adolescente, considere as afirmativas a seguir.

I. A oferta irregular ou o não oferecimento do Ensino Fundamental pelo poder público às crianças e aos adolescentes importará responsabilidade da autoridade competente.

II. Ao completar dezesseis anos de idade e atingir a cidadania política prevista pelo Código Eleitoral, o adolescente adquire também o direito de organizar e participar de entidades estudantis.

III. Embora seja direito dos pais a informação sobre o processo pedagógico que afeta seus filhos, a definição das propostas educacionais é exclusividade dos profissionais da educação, em razão de suas competências.

IV. Entre os princípios que regem a formação técnico-profissional dos adolescentes encontram-se a oferta de horário especial para o exercício das atividades e a garantia de acesso obrigatório ao ensino regular.

Assinale a alternativa correta.

  • A. Somente as afirmativas I e II são corretas.
  • B. Somente as afirmativas I e IV são corretas.
  • C. Somente as afirmativas III e IV são corretas.
  • D.

    Somente as afirmativas I, II e III são corretas.

  • E.

    Somente as afirmativas II, III e IV são corretas.