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O edifício do Ministério da Educação e Saúde do Rio de Janeiro projetado, no início do século XX, por Lúcio Costa e equipe de arquitetos (com consultoria de Le Corbusier) é um ícone da arquitetura modernista brasileira. A inexistência de barreiras configura uma praça e os edifícios se apoiam em pilotis, aumentando a permeabilidade. A cobertura do bloco mais baixo recebeu um jardim, assinado pelo paisagista Roberto Burle Marx. Em sua fachada Norte foram utilizados brises horizontais. A principal função destes elementos construtivos é diminuir a incidência de luz solar direta dentro das edificações, diminuindo os ganhos de calor e propiciando uma melhora no conforto térmico.


Duas imagens do Ministério da Educação e Saúde no Rio de Janeiro, térreo (1), detalhe dos brises (2).
Os brises podem ser de diversos tipos: verticais ou horizontais, fixos ou móveis, com diferentes formas de barrar os raios de sol. No caso do Edifício do Ministério da Educação e Saúde, qual o principal motivo da escolha daqueles tipos brises?
O baixo custo.
A orientação solar à Norte.
A economia de energia, a longo prazo.
A questão estética, relacionada à Arquitetura Modernista.