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Um arquiteto está definindo a distribuição dos circuitos de um apartamento. Para a área de serviço, ele prevê um circuito de tomadas de uso geral (TUGs) para alimentar aparelhos como máquina de lavar e ferro de passar. Contudo, para o aquecedor elétrico de água de acumulação (boiler) que será instalado no mesmo ambiente, a norma técnica exige a criação de um circuito independente, com uma tomada de uso específico (TUE).
Assinale a opção que apresenta a principal razão técnica e de segurança que fundamenta a exigência de um circuito exclusivo para o aquecedor elétrico, em vez de simplesmente conectá-lo ao circuito de TUGs da área de serviço, mesmo que a soma das potências não ultrapasse o limite do disjuntor.
O aquecedor elétrico opera com uma tensão diferente (220V) daquela das TUGs (127V), e a norma proíbe misturar tensões diferentes no mesmo circuito, mesmo que o disjuntor seja bipolar.
Por ser um aparelho que contém água, o aquecedor necessita de um dispositivo DR (Diferencial Residual) exclusivo, e a instalação de um DR em um circuito com outros aparelhos causaria desarmes constantes e indesejados.
O aquecedor elétrico é um aparelho de funcionamento contínuo e prolongado com alta corrente. A criação de um circuito exclusivo evita o aquecimento excessivo e a degradação dos condutores e conexões que seriam compartilhados com outras cargas intermitentes, como o ferro de passar.
A tomada para o aquecedor (TUE) possui um formato físico com pinos mais espessos e um arranjo diferente, sendo fisicamente incompatível com o barramento de distribuição do circuito de TUGs no quadro elétrico.
A norma exige circuitos independentes para todos os aparelhos da área de serviço, sem exceção, para facilitar a identificação e manutenção futura, sendo apenas uma questão de organização do projeto.