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A arte, assim como todo resultado do trabalho humano, se torna realidade objetiva, pois o homem objetiva no objeto sua subjetividade, à medida que a objetividade do objeto durante e posteriormente a esse processo objetiva sua subjetividade. Mesmo sendo o resultado de uma individualidade, a obra de arte é social, é uma realidade social que se dá na práxis humana, que é coletiva. Embora se revele como indivíduo particular, e é exatamente esta particularidade que dele faz um indivíduo e um ser comunal individual, o homem é igualmente totalidade, a totalidade ideal, a existência subjetiva da sociedade como pensada e sentida. Sobre o ensino e a aprendizagem em Arte, é CORRETO afirmar que:
A avaliação em arte constitui uma situação de aprendizagem em que o aluno pode verificar o que aprendeu retrabalhar os conteúdos, porém o professor não pode avaliar como ensinou e o que seus alunos aprenderam.
Cabe à escola promover situações de auto avaliação para desenvolver a reflexão do aluno sobre seu papel de estudante. Não é interessante que a auto avaliação seja orientada, pois uma estrutura totalmente aberta garantirá que o aluno do ensino fundamental reconheça os pontos relevantes de seu percurso de aprendizagem.
O professor deve guiar-se pelos resultados obtidos e planejar modos criativos de avaliação dos quais o aluno pode participar e compreender: uma roda de leitura de textos dos alunos ou a observação de pastas de trabalhos executados no computador podem favorecer a compreensão sobre os conteúdos envolvidos na aprendizagem.
Os alunos não devem participar da avaliação de processo de cada colega, principalmente manifestando seus pontos de vista, pois irá diminuir a percepção do processo de cada um em suas correlações artística e estéticas.