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A cultura tradicional brasileira é repleta de cores vivas. Das congadas às festas de Bumba meu Boi, as roupas e os acessórios trazem um rico colorido. Esse colorido brasileiro tem presença marcante nas obras de arte naïf. O termo naïf vem do latim nativus, que significa nascente, natural e espontâneo. Quando o nome naïf foi utilizado pela primeira vez, referiu-se à obra de Henri Rousseau (1844-1910), um artista que não havia frequentado as academias de arte. Havia algo de inocente, instintivo e original em sua obra.
A imagem a seguir é um exemplo de arte naïf mato-grossense.

Noivos, de Nilson Pimenta 2010. Acrílica sobre tela, 70 cm x 50 cm.
Sobre a arte naïf, é correto afirmar:
As formas presentes nas obras da arte naïf procuram fazer um registro preciso da realidade
Os artistas que trabalham com arte naïf criam com grande espontaneidade, não seguem regras rígidas ou técnicas usuais na construção de imagens.
A arte naïf, em sua primeira exposição em Paris, 1928, se consolidou como uma linguagem que aponta mais para a forma e menos para o caráter autodidata e subjetivo dos artistas.
Popularmente aclamada como uma arte livre de convenções, a arte naïf se utiliza de materiais diversos seguindo os princípios da perspectiva em suas representações.