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Na tessitura folclórica, compreendemos as expressões pulsantes da cultura popular, as quais singularizam a identidade social de um povo. O folclore, desdobrando-se em uma multiplicidade de devires, materializa-se não somente de modo coletivo mas também em instâncias singulares, engendrando um devir que percorre os territórios do costume e da tradição, sendo uma linha de fuga que se projeta na transmissão geracional. Nesse emaranhado de acontecimentos, o folclore torna-se o vetor condutor que conecta temporalidades, entrelaçando passados e presentes em uma dança rizomática, perpetuando os ritmos culturais em um constante devir-ancestral. Entre os muitos mitos da região sul-mato-grossense, está o de uma figura frequentemente associada à proteção dos peixes e à superstição de afetar a pesca. Com base nesse contexto, assinale a alternativa que apresenta nome e função do mito ecológico relacionado a esse ser.
Trata-se da Mãe-d'água, que é vista como uma ameaça à pesca, por causar dias infrutíferos para os pescadores e, ao mesmo tempo, proteger os peixes e os rios.
Acredita-se que seja Iemanjá-d'água, uma aliada dos pescadores que favorece a abundância de peixes nos arredores e os protege dos perigos que a água esconde.
Trata-se da presença da Mãe-d'água, que é vista como neutra e sem influência significativa na pesca, sendo associada à beleza da mulher nativa que habita a região.
Mãe-d'água é o nome da figura mitológica sul-mato-grossense. Ela é considerada um sinal de má sorte e indica escassez de peixes na região, no entanto defende os pescadores dos perigos locais.
Trata-se da Iara-d'água, que é percebida como um ser mítico sem relação com as atividades de pesca.