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Entre os múltiplos fatores que justificam o considerável aumento do número e da dimensão das cidades de porte médio espalhadas pelo interior do país, fenômeno particularmente intenso entre fins do século passado e início do atual, está a desconcentração econômica, seja pela expansão do agronegócio, seja pela instalação de complexos industriais fora das capitais e dos maiores centros urbanos.
No fim de 2011, a despeito da gravidade dessa crise, o Brasil superou a Grã-Bretanha, em termos econômicos, tornando-se a sexta maior economia do mundo.

O país árabe mencionado acima é o:
Iraque.
Irã.
Iêmen.
Síria.
Arábia Saudita.
A crise econômica internacional afetou negativamente a arrecadação de impostos brasileira, que foi a menor dos últimos dez anos.

O país da África subsaariana mencionado é
Relativamente às relações comerciais entre duas das mais importantes economias emergentes mundiais, a balança pende favoravelmente ao Brasil em sua parceria com a China, pois as importações de commodities — sobretudo minério de ferro, soja e petróleo refinado — pelo país asiático não são sobrepujadas pelas exportações chinesas de produtos manufaturados ao Brasil.

Londres, com o objetivo de protestar contra os gastos da família real.
Paris, para arrecadar fundos para combater a fome na África.
Nova Iorque, com o objetivo de protestar contra a crise financeira.
Washington, para apoiar a retirada das tropas estadunidenses do Iraque.
Berlim, com o objetivo de condenar a expulsão de imigrantes ilegais.
Em 2011, a China foi o principal destino das commodities exportadas pelo Brasil, que vendeu, ao país asiático, especialmente, minério de ferro, soja e petróleo.

República Sul-africana
República da Alemanha
República da Coreia do Sul
Estados Unidos da América
República Popular da China
A quebra do quarto banco dos Estados Unidos, o Lehman Brothers, no segundo trimestre de 2008, marcou o ápice da crise financeira nos Estados Unidos e a sua irradiação para o resto do mundo. Algumas análises feitas para o Brasil sobre a crise diziam que os fundamentos econômicos do país lhe garantiriam certa imunidade. A base do argumento era que:
havia baixo nível de reservas cambiais, mas superávit na balança comercial brasileira.
os bancos brasileiros apresentavam alto grau de solidez e baixo envolvimento com o mercado de capitais externo.
o país não apresentava grande atratividade para os investidores estrangeiros.
as altas taxas de desemprego e a informalidade da economia brasileira serviriam de “amortecedor” para a crise.
os brasileiros não especulavam no mercado imobiliário norte americano.