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"50 coisas que o terror mudou no mundo. Há cinco anos, o mais ousado ataque terrorista atingiu o coração de Nova York. Suas ondas de choque são sentidas até hoje." (Revista Veja, 6 de setembro de 2006, página 82)
Em reportagem dos jornalistas Diogo Schelp e Isabela Boscov, a revista Veja relaciona cinqüenta mudanças impactantes provocadas ou aceleradas pelo ataque terrorista de 11 de setembro de 2001. Analise as afirmativas abaixo e relacione as que representam mudanças ocorridas após o evento mencionado e assinale a alternativa correta.
I – A eliminação do uso câmeras de vídeo para proteção da privacidade dos cidadãos.
II – Aumento na burocracia e mais rigor no exame de documentos para obtenção de vistos nas embaixadas.
III – Aumento de custos das empresas, motivadas por mais despesas com segurança das empresas globais.
IV – Redução do volume de remessas internacionais clandestinas de dólares.

da Cisjordânia EUA/Afeganistão os EUA.
do Iraque Iraque/Irã os EUA
de Gaza Irã/Chechênia a URSS.
do Iêmen Irã/Chechênia a URSS
de Irã Irã/Iraque a URSS.
A entrada em funcionamento da plataforma flutuante P-50, na Bacia de Campos, acarretará ainda em 2006, a seguinte situação para a economia petrolífera brasileira:
enfraquecimento da aliança política com a Venezuela.
queda dos preços dos combustíveis.
queda relativa dos índices de consumo nacional.
auto-suficiência na produção.
suspensão das importações de petróleo do Oriente Médio.
Quanto a chamada crise da dívida externa brasileira da metade da década de 80 é correto afirmar que:
enfrentou-se a crise com a geração de superávits comerciais e, para tanto, a adoção de um regime de câmbio nominal fixo foi fundamental.
apesar da elevação da taxa de juros norte-americana em 1979 não houve dificuldade nos anos 80 em se obter recursos no sistema financeiro internacional, uma vez que o problema era o pagamento dos juros da dívida já existente.
a redução das taxas de crescimento econômico e a desvalorização da taxa de câmbio permitiram geração de superávits comerciais necessários para pagar os encargos da dívida externa.
a recessão ocorrida no Brasil dificultou ainda mais o enfrentamento da crise da dívida dado o efeito que esta recessão tinha de diminuir as exportações brasileiras.
houve uma diminuição da inflação na primeira metade da década em função da recessão.
O governo brasileiro tem recorrido à Organização Mundial do Comércio, a fim de solucionar enfrentamentos com o governo norte-americano. A discórdia entre os dois governos em foco ocorre recorrentemente em função de:
subsídios agrícolas aos produtores de algodão.
subsídios industriais ao setor petroquímico.
críticas norte-americanas à política interna brasileira.
críticas brasileiras à formação da Área de Livre Comércio das Américas.
concorrência do Mercosul face às exportações do NAFTA.
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o atual cenário latino-americano, julgue os itens seguintes.
Considerada um dos mais pobres países da América Latina, a Bolívia dispõe, no entanto, de expressiva quantidade de riquezas minerais, tal como o texto informa. Contudo, a instabilidade política do país impede que capitais internacionais se interessem em explorar essas riquezas, o que em muito reduz as potencialidades econômicas da Bolívia.
A disputa por mercados, seja em torno de produtos materiais seja em torno de bens culturais imateriais, não é aspecto novo da formação da vida capitalista, no percorrer de longo caminho histórico desse sistema de produção, consumo, comercialização e financiamento.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou, em 1º de dezembro de 2005, a informação de que o Produto Interno Brasileiro (PIB) caiu 1,2% no terceiro trimestre deste ano, se comparado ao mesmo período de 2004. Paralelamente, a revista britânica The Economist publicou uma relação contendo o índice de crescimento de países emergentes, conforme o gráfico abaixo.

Tanto a queda do PIB brasileiro quanto a sua classificação diante de outros países emergentes podem ser explicadas por vários fatores, atuais ou existentes há muito tempo. Entre esses fatores, é correto citar
superprodução da atual safra de laranja, trigo e café e a falta de dinamismo do setor exportador.
queda do consumo das famílias e a burocracia que dificulta as exportações.
redução do crédito e a precária infra-estrutura viária.
diminuição da massa real de rendimentos e a falta de capital humano.
quebra da safra agrícola e a alta carga tributária vigente no país.
Em abril de 2006 a Petrobrás coloca em operação a maior unidade de produção, a P-50, contribuindo para a autosuficiência do país em petróleo. A Petrobrás foi criada em 1953 por Getúlio Vargas e fazia parte do projeto do então presidente de montar uma infra-estrutura para
estabelecer a política de preços do óleo.
privatizar as empresas estatais do país.
nacionalizar as refinarias estrangeiras.
impedir a entrada de capital estrangeiro.
viabilizar a industrialização do Brasil.
Em relação ao risco-Brasil, NÃO se pode afirmar que
atingiu seu menor índice de pontos nos primeiros meses de 2006.
é o menor da América Latina sendo, por isso, o Brasil um dos países que recebe maiores investimentos estrangeiros.
foi criado em 1992.
apresenta oscilações relacionadas com as crises do país.
sua baixa se deve ao novo contexto econômico, no qual se inclui o superávit da balança comercial.
Foi a partir de 1953, com a criação da Petrobrás, que a extração de petróleo no Brasil tomou impulso para crescer. Analise o gráfico, que demonstra o crescimento neste século.
A partir da leitura do gráfico, é correto afirmar que
em 2006 a produção nacional de petróleo tornará o Brasil auto-suficiente.
com o crescimento da produção a partir do início do século, o petróleo tornou-se a principal fonte de energia.
o aumento da produção de petróleo a partir de 2000 tem desestimulado a pesquisa de outras fontes de energia.
a demanda de petróleo importado tem crescido mais que a produção nacional, ao longo de todo o século XXI.
o crescimento da produção de petróleo tem sido freado devido à concorrência das fontes alternativas de energia.
O atual governador de Mato Grosso do Sul pretende aprovar um projeto que permite a plantação de cana-de-açúcar e a instalação de usinas de álcool na Bacia do Rio Paraguai, como demonstra o mapa.

Analise os argumentos sobre o projeto:
I. Ambientalistas são contrários ao projeto porque, por princípio, discordam de toda e qualquer intervenção humana na natureza.
II. Alguns prefeitos de cidades próximas consideram que a única forma de desenvolver a região é através do agronegócio.
III. O Ministério do Meio Ambiente é contra o projeto, afirmando que ele pode comprometer a biodiversidade da região e provocar a degradação do solo.
IV. Alguns ambientalistas concordam que o desenvolvimento é importante, mas afirmam que a área não é própria para a lavoura de cana e o subproduto tóxico gerado pela sua destilação, o vinhoto, pode contaminar rios e águas subterrâneas.
V. Técnicos ambientalistas aprovam o projeto, alegando que, como a Bacia do Rio Paraguai corre em terreno plano, a possibilidade de contaminar o Aqüífero Guarani, que fica no subsolo da região, é muito remota.
É correto o que consta APENAS em
III e V.
I, III e V.
II, III e IV.
II e V.
IV e V.
O Brasil tem exportado pouco nos últimos anos comparativamente à década passada.
O Brasil é um país com distribuição de renda equilibrada.
Os mais pobres no Brasil estão exclusivamente no campo.
A sociedade brasileira é organizada em classes sociais distintas.
É na faixa social dos ricos que geralmente estão os melhores empregos e as melhores condições habitacionais.
Devido à grande oferta de gás natural e de minerais, a Bolívia pode ser, ainda, considerada um polo de desenvolvimento energético sul-americano.