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A Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica), constatou que o potencial de geração de energia eólica do Brasil é estimado em cerca de 500 gigawatts, o que é suficiente para atender o triplo da demanda atual de energia do país.
Baseado em: https://ecoa.org.br/energia-eolica
Qual das características abaixo corresponde ao tipo de energia citada no trecho acima?
Produz grandes volumes de resíduos tóxicos.
É renovável e aproveita ventos constantes para gerar eletricidade.
É uma fonte de energia cuja geração está limitada apenas a regiões urbanas.
Depende da queima de óleo para funcionar.
Petrobras vai construir sua primeira planta para produção de hidrogênio renovável
Unidade, com investimento de R$ 90 milhões, tem previsão de operação para 2026.
A Petrobras vai construir sua primeira planta-piloto para geração de hidrogênio em Alto do Rodrigues, no Rio Grande do Norte. O projeto, com orçamento total de R$ 90 milhões, e realizado em cooperação com o Instituto Senai de Inovação em Energias Renováveis (Senai ISI-ER), terá as obras executadas pela WEG, empresa brasileira que é uma referência global. A previsão é que a planta para teste entre em operação no primeiro trimestre de 2026.
(Disponível em: https://agencia.petrobras.com.br. Acesso em: junho de 2025.)
O hidrogênio renovável é gerado pelo processo de:
Aproveitamento circular da água de chuva.
Eletrólise da água com uso de energia solar.
Energia eólica à base de meios sustentáveis.
Biomassa produzida a partir de resquícios do milho.
Considerando a composição da matriz elétrica brasileira e as características das fontes renováveis de energia, assinale a alternativa que indica corretamente a principal fonte utilizada para geração de eletricidade no Brasil.
A energia hidrelétrica, responsável por grande parte da geração elétrica nacional.
O gás natural, fonte limpa e não renovável.
A energia solar, com destaque para a matriz energética do Norte do país.
O carvão mineral, amplamente utilizado nas regiões Sul e Sudeste.
Apartir do contexto da imagem acima, avalie as asserções:
I- A imagem refere-se à produção de energia limpa, classificada como energia renovável.
II- O principal produto do parque eólico é gerado sem a emissão de poluentes e assim contribui para a diminuição do aquecimento global.
III- Um dos problemas que os parques eólicos da Paraíba estão enfrentando é a necessidade de ampliação da distribuição pelo estado e para as demais regiões do país.
É CORRETO o que se afirma em:
I e III apenas.
I, II e III.
II apenas.
II e III apenas.
I e II apenas.
"O Balanço Energético Nacional (BEN) de 2025, divulgado pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), vinculada ao Ministério de Minas e Energia (MME), mostrou que a matriz energética (todas as fontes de energia utilizadas) do setor residencial alcançou, no último ano, um índice de renovabilidade de 71,8%. O resultado demonstra o avanço do Brasil rumo a uma matriz mais limpa (...)"
Disponível em: https://www.gov.br/mme/pt-br/assuntos/noticias/uso-de-energia-limpa-c resce-nas-residencias-do-brasil
O aumento do uso de energias renováveis nas residências brasileiras contribui principalmente para:
O aumento do consumo de energia não renovável e a poluição do ar.
A escassez hídrica, por causa das quantidades excessivas de água utilizada pelas termelétricas.
O aumento da emissão de gases poluentes e o uso intensivo de combustíveis fósseis.
A redução dos impactos ambientais e a produção de energia de forma mais sustentável.
O setor de E&P (Exploração e Produção) no Brasil apresenta predominância de gás associado. Esse aspecto tem implicações diretas na logística e na viabilidade econômica da produção. Como se diferencia o gás natural associado do não-associado?
O gás associado é economicamente inviável, sendo queimado integralmente, enquanto o não-associado é a única fonte aproveitável.
O gás associado ocorre apenas em reservatórios de carvão mineral, enquanto o não-associado ocorre em folhelhos.
O gás associado ocorre em reservatórios contendo petróleo, apresentando maior proporção de hidrocarbonetos pesados (propano e butano), enquanto o gás não-associado é basicamente metano e aparece em reservatórios exclusivamente gasosos.
O gás associado é aquele formado exclusivamente por metano biogênico, enquanto o não-associado tem origem apenas termogênica.
A respeito da relação entre desenvolvimento sustentável e matriz energética, leia o trecho a seguir.
“O maior desafio da agenda climática ainda está relacionado ao uso de fontes fósseis de energia. No entanto, a contribuição do sistema agroalimentar é igualmente decisiva – e vai além do aquecimento global. As atividades desse setor já impactam diretamente pelo menos seis dos nove limites planetários identificados pelos cientistas do clima, incluindo a perda de biodiversidade, a escassez de recursos hídricos e os desequilíbrios nos ciclos de elementos químicos essenciais à produção agropecuária, como nitrogênio e fósforo. Além disso, há uma forte interdependência entre a transição energética e a agroalimentar, especialmente diante da perspectiva de ampliação do uso da biomassa para a produção de combustíveis, o que gera implicações significativas sobre o uso da terra e outros insumos produtivos.”
(Adaptado de “O impacto dos sistemas agroalimentares nas mudanças climáticas”, Nexo Jornal, Entrevista de Arilson Favareto a Lucas Zacari, 25 de jun. 2025)
De acordo com o trecho citado, é correto afirmar que:
os impactos do sistema agroalimentar são mais danosos para o clima do que o uso de fontes fósseis;
a expansão do uso de biomassa garante a transição energética para os sistemas agroalimentares;
a pressão do setor energético sobre o sistema agroalimentar tem efeito indireto sobre o aquecimento global;
a substituição de combustíveis fósseis por biomassa assegura a transição energética e a proteção ambiental;
as crises ambientais globais são interconectadas, mas seus impactos locais variam conforme os contextos socioeconômicos.
Avanços recentes no campo da energia renovável mostram que a combinação de tecnologias digitais com sistemas descentralizados amplia a eficiência de redes locais. Municípios que adotaram monitoramento inteligente do consumo, integração de fontes limpas e modelos participativos de gestão obtiveram resultados mais estáveis em termos de segurança energética. Com base nesse cenário, classifique as afirmações como verdadeiras (V) ou falsas (F):
(__)A digitalização de redes favorece a identificação de perdas e o controle operacional.
(__)Modelos sustentáveis exigem dependência integral de fontes externas, sem participação local.
(__)Estratégias descentralizadas ampliam a resiliência ao distribuir pontos de geração.
(__)A participação da comunidade pode fortalecer a gestão de sistemas energéticos.
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
V, F, V, V.
F, V, V, F.
V, V, F, F.
F, V, F, V.
Leia a manchete a seguir:
Brasil registra recorde na produção de
energia renovável em 2023, diz estudo
93,1% de toda geração é considerada limpa, país aumenta protagonismo no cenário energético mundial
Thiago Félix, da CNN, São Paulo
01/02/2024 às 04:00 | Atualizado 01/02/2024 às 16:09
Atualmente, qual fonte de energia renovável corresponde à maior parte da matriz energética brasileira”?
Solar.
Nuclear.
Eólica.
Hidrelétrica.
Biogás.
Nos últimos anos, a pauta ambiental e energética do Brasil tem colocado a Região Norte em evidência. Uma das áreas mais discutidas é localizada no extremo norte do Amapá, onde há debates sobre os impactos e as possibilidades da exploração de petróleo em uma bacia sedimentar marítima. Esse tema envolve tanto questões econômicas quanto ambientais, já que a região abriga uma rica biodiversidade marinha e áreas de proteção ambiental.
Qual é o nome da bacia em discussão no extremo norte do Amapá quanto à possibilidade de exploração de petróleo?
Bacia do Solimões.
Bacia da Foz do Amazonas.
Bacia do Parnaíba.
Bacia de Campos.
O que não é exemplo de energia limpa?
Hidráulica
Nuclear
Eólica
Solar
A implantação de grandes obras de infraestrutura costuma provocar profundas transformações sociais, territoriais e urbanas. No caso do município de Itá, a construção de uma usina hidrelétrica alterou significativamente a organização do espaço urbano e a vida da população local, exigindo planejamento participativo e redefinição do sítio urbano. Esse processo envolveu o alagamento da antiga cidade e a criação de uma nova estrutura urbana com características próprias. Diante desse contexto, qual foi a principal consequência urbana da construção da Usina Hidrelétrica de Itá para a sede municipal?
A realocação total da cidade para uma nova área planejada.
A verticalização intensa do centro histórico.
A ampliação gradual da malha urbana original.
A fusão administrativa com municípios vizinhos.
A substituição das atividades rurais por industriais.
A Usina Municipal de Luz e Força garantiu, por alguns anos, o fornecimento de energia elétrica a Lima Campos, por meio de motores movidos a diesel, o que impunha horários pré-determinados para o uso da eletricidade. Apenas na década de 1970 a rede de alta tensão da COHEBE alcançou a cidade de Pedreiras e, “não muito tempo depois, instalava-se uma rede secundária que, partindo da estação de rebaixamento em Pedreiras, destinava-se à eletrificação de Lima Campos e de outros lugares da circunvizinhança”, conforme registra José Edison Feitosa de Sá, no livro Resgatando a História de Lima Campos – Uma Terra Prometida. Diante desse contexto, qual acontecimento foi decisivo para a chegada da energia elétrica à região?
A entrada em funcionamento da Usina Hidrelétrica de Boa Esperança.
A instalação direta da rede de alta tensão da CEMAR em Lima Campos, sem necessidade de estações intermediárias ou redes secundárias.
A substituição dos motores a diesel da Usina Municipal por motores elétricos alimentados por geração local independente.
A interligação da rede elétrica da região à Usina Hidrelétrica de Tucuruí.
A instalação de um sistema de energia solar em Lima Campos, que supriu toda a demanda de eletricidade da cidade sem a necessidade de conexões externas.
Novas fontes renováveis, como eólica e solar, vão ser 51% da geração de energia em 2028
Plano quinquenal do ONS mostra que, pela primeira vez, hidrelétricas e térmicas devem constituir menos de metade da matriz brasileira
Pela primeira vez em décadas, mais de metade do parque gerador de energia elétrica no Brasil será de novas fontes renováveis: usinas eólicas, parques fotovoltaicos, painéis solares, biomassa e pequenas centrais hidrelétricas (PCHs). Em 2028, segundo projeções recém-divulgadas pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), essas fontes de energia vão representar 51% da capacidade instalada de geração no país. Usinas hidrelétricas e térmicas – que usam gás natural, carvão mineral ou óleo combustível – deverão corresponder a 49% da matriz.
(Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/. Acesso em: maio de 2025.)
As energias renováveis têm crescido em abrangência no Brasil, o que impactará positivamente o ambiente, diante dos avanços da crise climática global. Nesse sentido, a mudança no cenário energético brasileiro demonstra:
Consciência ambiental e desejo por reduzir custos com energia a partir do uso de recursos naturais, abrangentes no país.
Busca dos brasileiros por se encaixarem nos modismos, mesmo sem visualizar resultados na sua experiência, mas por interesse social.
Motivação empreendedora, que move todos aqueles que buscam inovar a partir do uso de fontes de energia renovável para complementação de renda.
Valorização das alternativas de energia renovável como de baixo custo e acessibilidade para os mais diversos públicos, de diferentes rendas e classes sociais.
A busca por fontes de energia menos poluentes tem impulsionado a adoção de alternativas sustentáveis no Brasil e no mundo, contribuindo para a redução das emissões de gases de efeito estufa. De acordo com esse conceito, qual das alternativas abaixo NÃO representa uma dessas fontes de energia?
Energia maremotriz.
Energia solar.
Energia eólica.
Energia térmica.
Energia hídrica.
Reino Unido será o primeiro país do G7 a fechar todas as usinas de energia a carvão
O Reino Unido se tornará o primeiro país do G7 a encerrar a produção de energia a carvão com o fechamento de sua última usina do tipo, a Ratcliffe-on-Soar, da Uniper, em Midlands, na Inglaterra. Isso encerrará mais de 140 anos de energia a carvão no Reino Unido. Em 2015, o país anunciou planos de fechar usinas a carvão na próxima década como parte de medidas mais amplas para atingir suas metas climáticas. Naquela época, quase 30% da eletricidade do país vinha do carvão, mas isso caiu para pouco mais de 1% no ano passado.
(Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/. Acesso em: outubro de 2024.)
A energia de carvão mineral é gerada por meio:
Do combustível fóssil, fonte de energia não renovável e recurso finito que pode se esgotar com o passar dos anos.
Da utilização de altas temperaturas, superando diuturnamente o uso do petróleo e o gás natural para gerar energia.
Do uso exclusivo e concomitante com o carvão vegetal, que dá maior eficiência energética na produção do calor.
Das chamadas usinas hidrelétricas, onde o carvão gera todo o movimento da água, que, por sua vez, o decompõe.
A matriz energética brasileira é diversificada, com predominância de fontes renováveis. Qual fonte de energia é responsável pela maior parte da geração elétrica no país?
Carvão mineral.
Gás natural.
Energia eólica.
Energia hidrelétrica.
Transforma em eletricidade a força de um recurso inesgotável como o vento; é uma aposta sustentável e de valor para o futuro. O aproveitamento do vento exige a instalação de parques, sejam em terra ou alto mar, com dezenas de aerogeradores. Esses gigantes se tornaram parte da paisagem nos últimos anos. Essa energia é conhecida como:
Eólica.
Nuclear.
Hidroelétrica.
Termonuclear.
A matriz elétrica brasileira, ou seja, conjunto de fontes disponíveis para a geração de energia elétrica, é composta majoritariamente por:
Carvão mineral e, em seguida, hidrelétrica.
Energia nuclear e, em seguida, eólica.
Hidrelétrica e, em seguida, eólica.
Gás natural e, em seguida, petróleo.
Petróleo e, em seguida, biomassa.
Recentemente, foi sancionada uma Lei que estabelece normas para o desenvolvimento de parques eólicos em alto-mar (offshore), com diretrizes sobre licenciamento, incentivos e proteção ambiental. Essa legislação está alinhada com políticas voltadas para:
Incentivar a importação de energia elétrica.
Reduzir a participação de fontes renováveis.
Estimular a transição energética sustentável.
Fortalecer a produção de combustíveis fósseis.