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No final de janeiro de 2021, foi divulgado um levantamento feito pelo Lowy Institute, de Sydney, sobre a qualidade do gerenciamento da pandemia pelos países. O estudo levou em conta seis critérios: casos confirmados, mortes, casos e mortes por milhão de habitantes, diagnósticos em relação à proporção de testes e exames feitos a cada mil pessoas. Os dados foram registrados durante 36 semanas.
(folha.uol. Disponível em https://bit.ly/37lWmUq. Acesso em 13.08.2021)
De acordo com a pesquisa, o Brasil
manteve-se na liderança entre os países latino-americanos.
só superou o México em relação aos países da América Latina.
recusou-se a fornecer dados para o estudo.
foi o melhor classificado entre todos os países de língua portuguesa.
ficou na última colocação entre os 98 países estudados.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária divulgou na noite do dia 23/07/21, que determinou a suspensão cautelar dos estudos clínicos da vacina indiana Covaxin no Brasil. A decisão foi tomada pela Coordenação de Pesquisa Clínica (Copec/GGMED).
https://www.terra.com.br/noticias/coronavirus
Incumbe à essa Agência, respeitada a legislação em vigor, regulamentar, controlar e fiscalizar os produtos e serviços que envolvam risco à saúde pública.
Qual a sigla dessa Agência?
MSA.
Anvisa.
SUS.
Agena.
"( ... ) as notas técnicas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) apontam recomendações que visam estabelecer uma nova política de fronteiras e de restrições, alinhadas às medidas de outros países que estudam adotar a medida." (Fonte: Jornal O Liberal. Data do acesso: 11.12.2021).
O que a Fiocruz, seguindo a recomendação da reportagem apresentada, defende que seja adotado no Brasil como medida que evitará o alastramento da doença?
O passaporte da vacina.
A vacinação para crianças menores de 5 anos.
A quarta dose da vacina.
A aplicação da Pfizer exclusivamente.
Na década de 1970, o sarampo figurava entre as principais causas de óbito dentre as doenças infectocontagiosas em menores de cinco anos. [...] a doença é transmitida por um vírus que se propaga pelo contato direto ou pelas vias aéreas – basta que a pessoa infectada respire, tussa ou espirre. [...] Mas o aumento da cobertura vacinal com as vacinas tríplice e tetra viral gerou uma queda brusca no número de casos e óbitos nas décadas seguintes [...]. Até 2016, a doença era considerada sob controle no Brasil. Contudo, [...] em 2018, o Brasil teve mais de 10 mil casos confirmados. Com a cobertura vacinal em baixa, o sistema de vigilância epidemiológica segue acompanhando a situação e adotando medidas de prevenção. [...]
Disponível em: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2021/07/26/conheca-6-doencas-perigosas-que-foram-controladas-
com-vacinas.htm?cmpid=copiaecola. Acesso em: 26 jul. 2021.
O recente aumento de casos de sarampo no Brasil, conforme a reportagem, pode ser atribuído
à impossibilidade dos órgãos públicos em garantir a imunização da população diretamente afetada por falta de imunizantes.
à sensível redução do volume de pessoas que têm procurado os serviços de vacinação para garantir a imunização.
ao fato de a doença ser transmitida por vírus, para os quais não existem possibilidades de qualquer tratamento preventivo.
ao negacionismo dos perigos representados pela doença e à consequente não utilização de máscaras em espaços públicos.
O imunologista Mauro Teixeira diz que as pessoas que se recuperam da Covid desenvolvem anticorpos por um bom tempo. “Duram pelo menos seis meses, depois (os anticorpos) tendem a cair ao longo do tempo. Quem pega Covid fica protegido entre 80% a 85% contra nova infecção. [...]”.
Segundo o epidemiologista [...] José Geraldo Ribeiro, ainda não se sabe por quanto tempo as pessoas que tiveram Covid desenvolvem imunidade. “Há uma estimativa de no mínimo oito meses. O problema é que, com a chegada de novas variantes, essa imunidade pode ser vencida. [...]”.
O TEMPO, 26 de julho de 2021. p. 9.
Os depoimentos dos especialistas citados na reportagem indicam que
a imunização pelo contágio deve ser evitada de todas as formas, porém, é a forma capaz de proteger totalmente os recuperados.
a vacinação contra a Covid-19 deve ser realizada inclusive nas pessoas que já foram contaminadas e se recuperaram.
as opiniões apresentadas sobre o desenvolvimento de imunidade após a contaminação não são consensuais.
as pessoas que contraíram a Covid-19 estão protegidas contra a reinfecção por um período de seis a oito meses.
A respeito do Boletim Diário Covid-19 no munícipio de Xanxerê –SC assinale a alternativa CORRETA sobre Ativos:
Pessoas monitoradas desde o mês de março pela Secretaria Municipal de Saúde.
Pessoas que testaram positivo para COVID-19 e que estão em isolamento.
Pessoas que testaram positivo para COVID-19, mas que não apresentam mais sintomas.
Nenhuma das alternativas.
“[...] Hoje, estima-se que pelo menos 50 milhões de pessoas possuam o diagnóstico da doença, sendo que, no Brasil, aproximadamente 2 milhões têm algum tipo de síndrome de demência – ocasionada, em até 60% dos casos, pelo Alzheimer. E se os números já são altos, é consenso que eles devem disparar nos próximos anos. [...]”
O Tempo, 22 de fevereiro de 2015, p. 15.
O panorama apresentado no trecho da reportagem revela que:
O principal fator do Alzheimer é o envelhecimento, o que explica que o aumento da expectativa de vida pode implicar no crescimento do adoecimento no Brasil.
As condições sociais reservadas à maioria dos idosos isolados em asilos, instituições às vezes insalubres, são fatores determinantes para a explosão súbita de casos de Alzheimer.
O Brasil representa, em valores estatísticos, na comparação com a população idosa mundial, um índice de aproximadamente 4% de pessoas que são afetadas pelo Alzheimer.
As estatísticas indicam que o crescimento do Alzheimer no Brasil segue a tendência mundial, o que indica que a doença se encontra em curva estável de ascendência.
O teste do pezinho, realizado em recém-nascidos, será ampliado a partir de 2022.
O resultado do exame permite identificar a presença ou não de doenças congênitas, que são:
Doenças, raras ou não, que o recém traz consigo logo ao nascer.
Enfermidades que podem ser detectadas em qualquer um dos pais.
Moléstias que já se manifestaram em irmãos do recém-nascido.
Patologia revelada no momento da realização do parto.
As imagens a seguir retratam a história da consolidação do programa de vacinação brasileira ao longo de mais de 100 anos e testemunham a história da virologia e da luta dos cientistas para a erradicação de moléstias no Brasil.

1908 - Epidemia de Varíola leva a população aos postos de vacinação, no
Rio de Janeiro (Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz)

1975 – Campanha Nacional de Vacinação contra a meningite, em
São Paulo (Museu de Saúde Pública Emílio Ribas/Instituto Butantã)

2021 – Primeira brasileira a ser vacinada contra a Covid-19, em São Paulo.
Fonte: oglobo.globo.com
A respeito da trajetória da vacinação no Brasil, as afirmativas a seguir estão corretas, à exceção de uma. Assinale-a.
A atitude antivacina acompanhou essa trajetória como, por exemplo, na Revolta da Vacina de 1904, motivada pela indignação popular diante do descaso governamental em relação à difusão da febre amarela e da varíola no Rio de Janeiro.
O Instituto Butantan e a Fiocruz foram pioneiros nos trabalhos de microbiologia, tendo se desenvolvido em um contexto de urbanização e imigração crescentes, no início do século XX, e lideram hoje a produção nacional de vacinas.
O desenvolvimento científico contou com médicos, sanitaristas e microbiologistas como Adolpho Lutz, Vital Brazil, Oswaldo Cruz e Carlos Chagas, que pesquisaram como combater doenças tropicais e produzir soros contra a toxina de animais peçonhentos.
A associação entre pesquisa cientifica e trabalho de campo permitiu o desenvolvimento, a partir dos anos 1970, das campanhas de vacinação em grande escala, no contexto do Programa Nacional de Imunizações (PNI).
As altas coberturas vacinais alcançadas até o final do século XX permitiram erradicar a varíola e a poliomielite (paralisia infantil), colocando o país no rol das nações bem-sucedidas na extinção de doenças - que, no entanto, voltaram a incidir.
Em dezembro de 2020, identificaram em São Paulo dois casos da B.1.1.7 do SARS-CoV 2, variação do coronavírus, que cientistas britânicos estimaram ser de 50% a 74% mais contagiosa.
Esta variação foi encontrada inicialmente no(a):
https://www.bbc.com/portuguese/brasil-55503749
Japão.
Espanha.
Reino Unido.
Itália.