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O coronavírus é uma família de vírus que pode causar danos em animais e em humanos. Em pessoas, pode resultar em infecções respiratórias que vão desde um resfriado até síndromes respiratórias agudas severas. O novo coronavírus (SARS-Cov-2) causa a doença denominada Covid-19, que teve início na China, em dezembro de 2019. O mundo científico debruçou-se em estudos para a criação de vacinas para combater esse vírus tão contagioso. Acerca dessas vacinas, é correto afirmar, EXCETO que:
a vacina CoronaVac, desenvolvida pela empresa biofarmacêutica chinesa Sinovac Biotech e produzida no Brasil pelo Instituto Butantan, em São Paulo.
a vacina britânica Oxford-Astrazeneca foi desenvolvida pelo grupo farmacêutico britânico AstraZeneca, em parceria com a Universidade de Oxford e prevê a transferência da tecnologia à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro.
a vacina da Pfizer e da BioNTech contra a COVID-19 é baseada no RNA mensageiro, ou mRNA, que ajuda o organismo a gerar a imunidade contra o coronavírus.
a vacina da Janssen foi aprovada pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e, portanto, apresenta resultados garantidos quanto a sua eficácia na imunização contra a COVID-19, sem oferecer riscos à saúde pela sua comprovada segurança em sua aplicação. Assim como o imunizante da AstraZeneca/Oxford, a vacina da Janssen também utiliza o chamado “vetor viral” como forma de criar a imunidade.
a vacina Sputnik V — cujo nome homenageia o primeiro satélite enviado ao espaço, pelos russos, em 1957 — foi adotada, por exemplo, pela Argentina, Paraguai, França, Bielorússia, Bolívia e Venezuela.