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“O aumento nos focos de incêndio nos maiores biomas do mundo chamou a atenção da comunidade internacional. Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), compilados com o auxílio de sistemas da Agência Espacial Norte-Americana (Nasa), apontam que há três biomas que foram particularmente afetados pelas queimadas nos últimos anos: a tundra, vegetação baixa que ocorre em diversas regiões da Rússia; a savana, que recobre boa parte da Angola, da República Democrática do Congo (RDC) e da Zâmbia; e a floresta amazônica, atingida pelos incêndios no Brasil e na Bolívia. Ao longo do tempo, o Estado Brasileiro elaborou várias estratégias geopolíticas para um melhor controle das suas fronteiras. A cobiça internacional que a Amazônia desperta se deve em grande parte à sua extraordinária biodiversidade. Daí as pressões internacionais que o país sofre, voltadas à preservação e a conservação da floresta.”
(Disponível em: https://g1.globo.com/natureza/noticia/2019/09/04/queimadas-afetam-amazonia-tundra-e-savana-em-2019-mas-planeta-sofre-mais-com-o-fogo-no-brasil.ghtml. Com adaptações.)
A questão Amazônica não é recente e vai muito mais além do que o problema das queimadas. Vários são os fatores que servem como agravantes dessa questão, dentre os quais podemos apontar:
A internacionalização oficial de toda a bacia amazônica, reconhecida mundialmente como patrimônio natural da humanidade.
O excesso de demarcações indígenas em áreas estratégicas de terras produtivas, prejudicando, acirradamente, a economia local.
O desinteresse das comunidades científicas em desenvolver pesquisas de remédios e cosméticos devido às intempéries e doenças tropicais.
A instabilidade política de países como a Colômbia, que tem parte do seu território controlado por grupos de guerrilheiros e narcotraficantes.