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A opinião pública ocidental, vários líderes e organizações humanitárias organizaram-se nos últimos meses visando evitar o cumprimento da pena de morte – por lapidação (quer dizer, apedrejamento)! – da iraniana Sakineh Mohammadi Ashtiani. Um processo em torno de um crime aparentemente passional, de direito comum, tornou-se uma fonte de tensões internacionais e de (mais um) descrédito do governo islâmico (xiita) de Teerã.
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(www.cartamaior.com.br – 03.10.2010)
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Em relação ao fato ocorrido, o governo brasileiro posicionou-se da seguinte forma:
liderou movimento internacional em defesa da acusada.
manifestou-se publicamente pela neutralidade acerca da situação.
ameaçou cortar relações diplomáticas com o Irã.
propôs ao Irã receber a acusada como refugiada no Brasil.
solicitou intervenção ao Conselho de Segurança da ONU.