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Durante a fase de planejamento de uma auditoria individual na estrutura organizacional do Tribunal de Contas do Estado do Tocantins, a equipe técnica designada deve estruturar o programa de trabalho e os respectivos instrumentos de avaliação de riscos e de controles internos. Diante das diretrizes metodológicas integradas ao Manual de Auditoria Interna da instituição, após a mensuração e a identificação das vulnerabilidades inerentes e de controle, assinale a alternativa correta sobre os desdobramentos operacionais e documentais desse processo.
O risco de auditoria corresponde ao nível de exposição que remanesce após a implantação das medidas corretivas sugeridas pela administração, servindo como referencial exclusivo para a dispensa do monitoramento de recomendações com base na relação custo-benefício.
O nível de risco residual, obtido de forma posterior à identificação do risco inerente e do risco de controle, define a extensão e a profundidade dos procedimentos adicionais de auditoria, a exemplo dos testes de controle e de procedimentos substantivos.
Os testes substantivos operam como mecanismos de validação formal voltados a mensurar a consistência e a uniformidade da aplicação das políticas públicas da cúpula do órgão, subdividindo-se unicamente em testes de conformidade e de benchmarking.
A constatação de impactos de nível baixo e sem danos de natureza material enseja a lavratura imediata de notificação para providências, a ser remetida à Presidência do Tribunal com cópia obrigatória ao conselho superior de administração.