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As concentrações de CO2 na atmosfera vêm mudando com o tempo. O gráfico abaixo apresenta medidas diretas da concentração de CO2 atmosférico em Mauna Loa, Havaí, no interior do qual um pequeno gráfico mostra as variações no ciclo anual são mostradas. Vale ressaltar que não houve mudanças significativas nas concentrações CO2 do gelo datadas nos últimos mil anos (em torno de 280ppm) até o início da Revolução Industrial.

Fonte: RICKLEFS, Robert E. Economia da Natureza. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 2003. p. 47.
Vários aspectos da vida na Terra constituem fatores que podem contribuir para variações na concentração de CO2 atmosférico.
Com base nas informações acima e no que se conhece sobre o assunto, NÃO é correto o que se afirma em:
A queima de combustíveis fósseis acelerou no início de século XIX, contribuindo para o aumento da concentração atmosférica de CO2.
Em sedimentos anaeróbios como os sedimentos alagados dos pântanos e arrozais, algumas bactérias podem usar o carbono orgânico como oxidante, liberando CH4 em lugar de CO2, afetando a camada de ozônio e reduzindo o efeito estufa.
O ciclo anual oscila porque a concentração de CO2 no Hemisfério Norte é mais alta durante o inverno quando a respiração excede a produção das plantas.
O dióxido de carbono é intercambiado continuamente entre a atmosfera e as água superficiais, e o CO2 dissolvido nos oceanos, na presença de cálcio, tende a precipitar e formar sedimentos.