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Em dois vasos (1 e 2), um professor de botânica plantou uma espécie herbácea de rápido crescimento. O vaso 1 permaneceu como controle e no vaso 2 foi aplicada uma substância que induziu a planta a ficar com os estômatos permanentemente fechados. Embora ambas tenham ficado no mesmo local e com água em abundância, após uma semana, a planta do vaso 1 permaneceu igual e a do vaso 2 registrou notórios sinais de debilidade. O que explica essa situação encontrada na planta do vaso 2 é:
a principal via de captação de CO2 para o interior da planta foi fechada, comprometendo a fotossíntese.
a água absorvida pelas raízes foi concentrada pela transpiração, acumulando-se em grande quantidade nos tecidos da planta.
a planta deixou de realizar fotossíntese, em razão dos estômatos fechados, sem permitir a entrada de luz para o parênquima clorofiliano das folhas.
a planta ficou mais susceptível e aumentou a propensão ao ataque de patógenos, com o fechamento dos estômatos.