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Em relação aos tipos larvais e padrões reprodutivos que refletem a capacidade de dispersão dos organismos marinhos bentônicos, é correto afirmar que:
a incubação larval é bastante comum em alguns invertebrados marinhos e garante uma alta sobrevivência da prole, logo espécies que apresentam esse padrão maximizam sua capacidade de dispersão.
a clonagem assexuada de larvas em alguns equinodermos potencializa o aumento do número de indivíduos e da capacidade de dispersão, pelo fato de as larvas permanecerem por mais tempo na coluna d'água.
tanto as larvas planctotróficas como as lecitotróficas podem postergar o momento do assentamento ao substrato, caso as condições não sejam favoráveis, aumentando, assim, a capacidade de dispersão.
as larvas lecitotróficas, comuns a várias espécies de gastrópodes e outros invertebrados bentônicos, apresentam alta capacidade de dispersão, por possuírem grandes reservas nutritivas oriundas do vitelo do ovócito.
as larvas do tipo anquiplânicas, comuns a várias espécies de esponjas, cnidários, poliquetos e briozoários, apresentam alta capacidade de dispersão, podendo permanecer na coluna d'água durante semanas ou meses.