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As microfilárias (forma evolutiva parasitária) podem cair na corrente sanguínea via sistema linfático e se disseminar, sendo encontradas nos glomérulos renais (podendo ser eliminadas pela urina), líquido cérebro-espinhal, atingindo a glândula pituitária, nervo óptico e cerebelo. Pela sintomatologia do paciente e dados epidemiológicos, pode-se suspeitar da infecção, mas o diagnóstico laboratorial é o que confirma a parasitose. Como a microfilária desse parasita não é, rotineiramente, encontrada no sangue, o exame deste por gota espessa não é utilizado para o diagnóstico. O melhor método é a retirada de um fragmento superficial da pele da região escapular e/ou do quadril ou da região do corpo mais afetada. Esse fragmento, retirado com um esclerótomo, é incubado por 30 minutos em gotas de solução fisiológica sobre uma lâmina de vidro e coberto com uma lamínula. Em alguns minutos, as microfilárias abandonam o fragmento de pele, sendo vistas ao microscópio movimentando-se ativamente (NEVES, 2005). Qual é o parasita em questão?
Larvas migrans cutânea.
Onchocerca volvulus.
Wuchereria bancrofti.
Brugia malayi.