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O ciclo de transmissão do Trypanosoma cruzi no ambiente silvestre ainda é um quebra-cabeças não resolvido na medida em que apresenta peculiaridades regionais e temporais, macro e microecológicas, que interferem na interação deste parasito com seus hospedeiros e vetores. A complexidade dos ciclos de transmissão deste parasito fica evidenciada pelos recentes surtos da doença de Chagas que aconteceram em diversas regiões do Brasil. Estes surtos ocorreram independentemente da distribuição de triatomíneos e vêm sendo atribuídos à ingestão de alimentos contaminados com as formas infectantes.
(http://chagas.fiocruz.br. Adaptado.)
Os alimentos recentemente relacionados à contaminação e à transmissão oral da agente etiológico da tripanossomíase são
o palmito do açaí e o açúcar da cana-de-açúcar.
a flor do açaí e a rapadura da cana-de-açúcar.
a raiz do açaí e os colmos da cana-de-açúcar.
o fruto do açaí e o caldo de cana-de-açúcar.
a semente do açaí e o melado de cana-de-açúcar.