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O procedimento mais usado no estudo de tecidos ao microscópio óptico (ou de luz) consiste na preparação de cortes histológicos. Quando se pretende estudar tecidos e órgãos espessos, estes devem ser fatiados em secções ou cortes histológicos muito finos que são colocados sobre lâminas de vidro. Esses tecidos e órgãos necessitam passar por uma série de tratamentos ou procedimentos.
JUNQUEIRA, L. C.; CARNEIRO, J. Histologia básica. 13 ed. Rio de Janeiro - RJ: Guanabara Koogan, 2017.
Sobre este assunto, assinale a alternativa INCORRETA:
O processo de fixação pode ser feito por métodos químicos ou, com menos frequência, por métodos físicos e tem várias finalidades: evitar a digestão dos tecidos por enzimas existentes nas próprias células (autólise) ou em bactérias, endurecer os fragmentos e preservar em grande parte a estrutura e a composição molecular dos tecidos.
Os cortes histológicos são obtidos por meio de instrumentos de grande precisão chamados micrótomos.
Após a fixação, os fragmentos de tecidos e órgãos devem ser infiltrados em substâncias que lhes proporcionem uma consistência rígida. Dentre as substâncias mais utilizadas para esse fim estão a parafina e algumas resinas de plástico.
Os fixadores mais utilizados na microscopia de luz são a solução de formaldeído a 4%, o glutaraldeído, o xilol e o toluol.
O método de coloração mais utilizado nos procedimentos histológicos é denominado de H-E, uma combinação de hematoxilina e eosina.