Imagem de fundo

Em 30 de agosto de 2019, manchas de petróleo tomaram conta...

Em 30 de agosto de 2019, manchas de petróleo tomaram conta de praias do litoral do Nordeste brasileiro. No balanço de 19 de outubro, ao menos 200 pontos, em 81 municípios dos nove estados da região, já tinham sido atingidos. A origem do vazamento é, quase dois meses depois de seu início desconhecida. Sociedade civil, governos locais e braços do governo federal, incluindo a Petrobras, uma estatal brasileira de capital misto, com ações negociadas na Bolsa e focada no setor de petróleo, têm atuado na crise ambiental, tentando limpar a poluição nas praias e no mar.


Fonte: Óleo no Nordeste: o que há de esforço e o que há de omissão - https://www.nexojornal.com.br/expresso/2019/10/21/%C3%93leo-no-Nordeste-o-que-h%C3%A1-de-esfor%C3%A7o-e-o-que-ho/. C3%A 1-de-omiss%C3%A3o.


Institutos de pesquisa fizeram uma série de análises na fauna bentônica para analisar os impactos que o óleo pode ter causado. Por mais que o óleo fique em suspensão no mar, a fauna bentônica de Crustacea sofrerá uma série de danos e reduções ao longo do tempo. De que maneira o impacto do óleo em zooplânctons pode acarretar a redução de crustáceos bentônicos?


A

O óleo promovera uma redução no número de zooplânctons, que seivem de alimento exclusivo para animais bentônicos como estes crustáceos.


B

Os náuplios, formas imaturas de alguns crustáceos bentônicos, fazem parte do zooplânctons e são afetados diretamente pelo derramamento do óleo.


C

O zooplâncton se alimentará de matéria orgânica em excesso, aumentado o número de indivíduos e reduzindo drasticamente o fitoplâncton, alimento de alguns crustáceos.


D

O óleo impedirá a penetração de ralos solares na lâmina d'água, o que impactara o processo de orientação e visão de alguns crustáceos especializados.


E

O zooplâncton acabará absorvendo parte do óleo, o que os deixarão mais pesados, imergindo na coluna d'água e servindo de alimento para componentes do nécton.