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“A garimpagem tem sido praticada na Amazônia desde o século XVI. Recentemente, o acesso a pequenos aviões e o desenvolvimento de um bom sistema de rádio facilitaram a exploração das minas mais remotas na região amazônica. Além disso, o aumento do preço real do ouro, durante a crise do petróleo no final da década de 70 (quando o valor relativo do dólar declinou), estimulou as atividades da garimpagem. O acréscimo provocou uma corrida pelo ouro na Amazônia Brasileira na década seguinte. Nesse período, de acordo com os dados do governo, foram produzidas 487 toneladas de ouro na região” (Fonte: IMAZON). São muitos os impactos socioambientais negativos dos diferentes métodos de garimpagem do ouro. Das alternativas abaixo, qual NÃO representa um impacto dessa atividade na Amazônia?
Desmatamento, uma vez que áreas de floresta são abertas para escavação e para a construção de infraestrutura, como estradas e pistas de pouso.
Contaminação das águas por mercúrio e, consequentemente, contaminação de organismos aquáticos e efeitos sobre a saúde humana como sintomas neuropsicológicos, cognitivos e cardíacos.
Erosão e assoreamento dos rios pela abertura de cavas e sedimentação pelo uso de balsas.
Emissão de gases de efeito estufa, como óxido nitroso e gases fluorados, produzidos durante as etapas de lavra do minério.
Alteração da morfologia dos rios pela escavação de trincheiras e labirintos.