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Recifes artificiais são verdadeiros berços para a multiplicação e a preservação de espécies antes consideradas extintas ou em risco. Um exemplo é o mero que pode pesar de 250 a 400 quilos e medir até três metros.
Adaptado de https://oeco.org.br/reportagens/o-incrivel-mundo-submerso-no-litoral-do-parana-e-sua-rica-biodiversidade-preservada/
Osteíctes marinhos, como o mero, enfrentam problemas osmóticos no ambiente aquático. No mar, a pressão osmótica da água é superior à do sangue desses peixes, que
perdem água por osmose e ganham sais por difusão através das brânquias. Esses peixes bebem muita água do mar, para compensar a perda de água. A manutenção da homeostase ocorre pela eliminação dos sais por transporte ativo nas brânquias.
ganham água por osmose e perdem sais por difusão através das brânquias. Esses peixes bebem pouca água do mar, evitando a perda de sal. A manutenção da homeostase ocorre pela eliminação de água por transporte passivo nas brânquias.
ganham água por osmose e perdem sais por difusão através das brânquias. Esses peixes bebem muita água do mar, para compensar a perda de sal. A manutenção da homeostase ocorre pela eliminação de água por transporte ativo nas brânquias.
perdem água por difusão e ganham sais por osmose através das brânquias. Esses peixes bebem muita água do mar, para compensar a perda de água. A manutenção da homeostase ocorre pela eliminação dos sais por transporte passivo nas brânquias.