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As leishmanioses visceral e tegumentar têm como vetores insetos flebotomíneos, cujas larvas e pupas são diminutas, dificultando que sejam encontrados no ambiente, não havendo, portanto, medidas de controle de vetores que contemplem as fases imaturas dessa zoonose. Logo, o controle dessas enfermidades se baseia principalmente
na realização de campanhas periódicas para vacinação da população.
na aplicação diária de inseticidas nas florestas, visando a erradicação dos flebótomos.
no abate de todos os cães em áreas urbanas, uma vez que são reservatórios das leishmanias.
na eliminação das zonas de mata, onde é encontrado o mosquito.
em diminuir o contato direto entre humanos e flebotomíneos.