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Em 2022, um estudo publicado na Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS) analisou fósseis de Tiktaalik roseae, um vertebrado pré-histórico que representa um estágio intermediário entre peixes e anfíbios. A pesquisa revelou detalhes sobre as adaptações morfológicas que possibilitaram a transição para a vida terrestre, fornecendo mais evidências sobre a evolução gradual das espécies.
Considerando a perspectiva histórica sobre o fixismo e sobre o transformismo das espécies, e sobre o fóssil descrito no excerto, pode-se afirmar corretamente que:
a descoberta de fósseis como o de Tiktaalik roseae demonstra a imutabilidade das espécies ao longo do tempo, evidenciando que as formas de vida se mantêm constantes desde sua origem.
o registro fóssil de organismos como Tiktaalik roseae reforça a ideia de que as espécies surgem de maneira independente, sem compartilhamento de ancestrais comuns.
a presença de características intermediárias em fósseis antigos, como Tiktaalik roseae, evidencia transições evolutivas graduais, apoiando a teoria transformista.
o conceito de fixismo é reforçado por descobertas fósseis que revelam a ausência de espécies intermediárias entre grupos distintos.
os fósseis transicionais, como Tiktaalik roseae, sugerem que as adaptações biológicas ocorrem apenas por mutações abruptas e não por modificações graduais.