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Bendegó. Constituído por uma massa compacta de ferro e níquel, é o maior meteorito brasileiro e um dos maiores do mundo. Foi encontrado em 1784 por um menino, Domingos da Motta Botelho, que pastoreava o gado em uma fazenda próxima à cidade de Monte Santo, no sertão da Bahia. A primeira tentativa de transportar o pesadíssimo bloco para a capital fracassou quando a carreta de madeira que o carregava desgovernou-se e caiu no riacho Bendegó. Desde 1888, encontra-se em exposição no Museu Nacional graças ao empenho do Imperador D. Pedro II que, tomando conhecimento de sua existência e importância científica, providenciou sua remoção para o Rio de Janeiro.
Fonte: 0112.htmm useunacional.ufrj.br/dir/exposicoes/geologia/geo012.html Sobre o meteorito descrito, podemos defini-lo como:
corpos celestes, geralmente formados por gases e gelos solidificados pelas baixas temperaturas do espaço.
corpos rochosos, geralmente metálicos, remanescentes do violento passado dos planetas, ou seja, são detritos originados de colisões entre planetas.
corpos celestes que adentram a atmosfera terrestre e apresentam uma cauda brilhante, geralmente chamados de estrelas cadentes.
objetos espaciais que entram na atmosfera, mas não se queimam completamente nessa entrada, tendo fragmentos que acabam caindo na superfície da Terra.