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Leia o recorte:
Precarização sanitária ameaça a Amazônia e é desafio para
a COP30.
Segundo reportagem publicada pela revista Veja, intitulada “Precarização sanitária ameaça Amazônia e é desafio para a COP30” (PERES, 2025), populações indígenas, quilombolas e ribeirinhas da Amazônia continuam gravemente afetadas pela falta de saneamento básico e de acesso à água tratada.
O levantamento citado na matéria indica que, na região Norte, 15 milhões de pessoas ainda não possuem coleta de esgoto e mais de 6,5 milhões vivem sem abastecimento de água tratada. Esse quadro preocupa especialistas em saúde pública, que relacionam a precariedade sanitária ao aumento de doenças infecciosas e parasitárias, como malária, febre amarela e esquistossomose.
Com a COP 30, que será sediada em Belém (PA) em 2025, o tema da saúde ambiental ganha destaque nos debates sobre sustentabilidade e justiça climática.
Por Andréia Peres / Veja, São Paulo, 13 maio 2025. Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/balanco- social/precarizacao-sanitaria-ameaca-amazonia-e-e-desafio-para-a-cop30. Acesso em: 16 out. 2025.
Com base no recorte acima, responda as questões 41 e 42 a seguir:
Durante as conversas na COP 30, profissionais destacam que a febre amarela continua sendo uma ameaça à saúde pública em áreas rurais e regiões florestais da Amazônia, devido à baixa cobertura vacinal e às dificuldades logísticas na vigilância epidemiológica. Com base nos dados e no entendimento sobre a doença, assinale a alternativa correta acerca de sua transmissão e formas de prevenção.
A febre amarela é provocada por um vírus transmitido através da picada de mosquitos infectados, não por uma bactéria.
A doença é propagada pelo contato direto com pessoas infectadas que estão doentes.
O vírus é levado por mosquitos dos gêneros Aedes e Haemagogus, e a principal forma de prevenção inclui vacinação e controle dos vetores.
Os mosquitos transmissores se reproduzem principalmente em rios e lagos, restringindo os casos ao ambiente natural.
A febre amarela não está relacionada às condições ambientais ou ao saneamento, sendo mais uma questão de saúde pública do que genética.