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Segundo as recomendações de biossegurança aplicáveis a laboratórios clínicos, estabelecidas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), a manipulação de amostras clínicas humanas que possam conter microrganismos patogênicos deve ser realizada de acordo com o nível de biossegurança correspondente e com a adoção de medidas adequadas de contenção. No contexto de um laboratório de micologia, que analisa amostras clínicas com suspeita de infecção fúngica, podemos afirmar que a prática mais alinhada às normas de biossegurança recomendadas é o(a):
descarte de resíduos biológicos em lixo comum, após aplicação de desinfetante químico simples.
manipulação de culturas fúngicas somente após a inativação química prévia das amostras clínicas.
realização de procedimentos que possam gerar aerossóis dentro de cabine de segurança biológica, seguindo também as boas práticas microbiológicas.
utilização apenas de máscara cirúrgica e luvas descartáveis como medidas de proteção durante todas as atividades laboratoriais.
utilização de capela química, em substituição à cabine de segurança biológica, durante a manipulação de meios de cultura.