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O método de parcelas é um dos mais usuais para levantamentos fitossociológicos; pode ser aplicado em estudos com espécies herbáceas ou lenhosas. A parcela geralmente é um quadrado ou retângulo (embora parcelas de outras formas também possam ser utilizadas) com uma área conhecida que é estabelecida na vegetação, restringindo a área de coleta de dados, e que contém as propriedades que se querem estudar. É possível usar uma só parcela grande (método de parcela única) ou várias parcelas menores (método de parcelas múltiplas); a primeira decisão a ser tomada pelo pesquisador é a respeito de escolher qual dessas duas opções deverá ser empregada para o levantamento. Um dos preceitos estatísticos sobre amostragem, entretanto, evidencia se deve usar o maior número possível de unidades amostrais. Existem três modos de serem colocadas as parcelas – o seletivo, o sistemático ou o aleatório. Sobre tais modos, assinale a afirmativa INCORRETA.
A amostragem aleatória é usada quando se considera que o trecho da vegetação a ser amostrado é homogêneo.
No modo sistemático, as parcelas são interespaçadas de uma distância definida previamente; cada parcela é considerada independente das demais.
No modo seletivo, é feito a partir de um critério definido previamente; o pesquisador seleciona em qual posição da vegetação colocará as parcelas.
É possível no modo seletivo utilizar um mapa ou imagens de satélite para reconhecer subunidades dentro da vegetação onde serão colocadas as parcelas.
No modo aleatório, pode-se usar a técnica de aleatorização como, por exemplo, a aleatorização irrestrita; cada parcela é considerada independente das demais.