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O Reino Vegetal, ou Plantae, ou Metaphyta ou Vegetabilia representado por seres autotróficos e eucariontes, gera vasto conhecimento sobre as áreas de análise filogenética, da anatomia e composição celular, os componentes morfológicos, além da importância da genética, favorecendo a captação de colorações e componentes essenciais à indústria química. Se para conhecermos um ser, devemos saber sua composição, descrição e importância ecológica, que tal lermos um pouco sobre Morfologia Vegetal e no fim assinalar a resposta incorreta.
O caule do tipo rizoma armazena água, exemplo disto são os cactos. Já o caule do tipo tubérculo armazena nutrientes, normalmente o amido, tendo como exemplo a mandioca.
A folha é composta pelo limbo, favorecendo as trocas gasosas, as estípulas que atuam na defesa vegetal, o pecíolo que sustenta e a bainha, grudada ao caule, todos sempre buscando maior contato com o Sol, para induzir a fotossíntese.
As raízes podem ser do tipo fasciculada, quando esta possui vários ramos espalhados, habitualmente presente nas monocotiledôneas, enquanto que as pivotantes desenvolvem uma porção central e pequenos ramos laterais, comumente presente nas dicotiledôneas.
A flor que tem como principal função de proteger os órgãos mais importantes dos vegetais, também atrai polinizadores e gera dispersão da espécie. No Gineceu está o órgão feminino, com ovário e óvulo, já no Androceu está o órgão masculino, através dos grãos de pólen.
Os frutos simples podem ser Carnosos como tomate, Secos Deiscentes como castanha do Pará e Indeiscentes como arroz. Ainda múltiplos como abacaxi, simples e toda exemplificação acima, ou agregados como morango.