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No Brasil, a concepção de que o jornalismo é um simples espelho da realidade ainda encontra um grande espaço nas redações e faculdades de Jornalismo. Autores como Luiz Amaral (1987) e Juarez Bahia (1990) definem a atividade jornalística como uma simples técnica, reduzindo-a a uma operação meramente mecânica de meia dúzia de regras. Em oposição a essa visão mecanicista temos um campo de estudos ainda em construção que procura entender o jornalismo:
Como uma forma de conhecimento superficial: o jornalista não seria alguém que comunica a outrem o conhecimento da realidade, mas lança ideias para serem refletidas.
Como uma visão geral da realidade: sem transpor opiniões ou comentaáos.
Como uma forma de conhecimento: o jornalista não seria alguém que comunica a outrem o conhecimento da realidade, mas também quem o produz e o reproduz.
Como uma tentativa de aprendizado: o jornalista seria alguém que comunica a outrem o conhecimento da realidade, e também que transmite algo com uma visão parcial de tudo.
Como um poder que controla a informação, visando sempre ao público-alvo.