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Leia o texto abaixo sobre a influência das técnicas...

Leia o texto abaixo sobre a influência das técnicas norte-americanas de redação.


As regras de redação [...] retiravam do jornalismo noticioso qualquer caráter emotivo e participante. Para garantir a impessoalidade (e o ocultamento do sujeito da enunciação), impôs-se um estilo direto, sem o uso de metáforas. [...] a comunicação deveria ser, antes de tudo, referencial.


(Adaptado de: RIBEIRO, Ana Paula Goulart. Jornalismo, literatura e política: a modernização da imprensa carioca nos anos 1950. Revista Estudos Históricos, Rio de Janeiro, v. 1, n. 31, p. 147-160, ago. 2003)


As regras de redação, no jornalismo informativo,


A

recomendam o uso da segunda pessoa do plural para passar a ideia de impessoalidade, como na manchete “Jovens e treinador perdidos em caverna na Tailândia são encontrados com vida”.


B

indicam que o uso da terceira pessoa é utilizado para garantir a impessoalidade, como na manchete “Dólar fecha em alta e fica acima de R$ 3,90, de olho em cenário externo”.


C

não fazem distinção sobre tempo e pessoas verbais desde que não existam metáforas, adjetivos e advérbios como na manchete “Ontem crime e castigo, hoje recomeço como trabalhadores: a busca dos jovens pelo caminho do bem”.


D

recomendam o uso da terceira pessoa, mas apenas do plural, como na manchete “Amazonas e Roraima têm surto de sarampo”.


E

para garantir a impessoalidade, indicam o uso da primeira pessoal apenas no plural, como na manchete “Vamos falar do VAR?”