

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Sobre as experiências de filmagem e montagem no cinema, é correto afirmar que
para o cineasta russo Lev Kulechov, a noção de “geografia contínua” corresponde ao processo pelo qual a montagem confere um efeito de contiguidade espacial a imagens obtidas em espaços completamente distantes e dá aparência de realidade a um todo irreal.
André Bazin minimiza o papel da montagem na realização cinematográfica. Sua teoria do cinema privilegia a continuidade tanto no nível lógico, quanto no nível da percepção visual.
Eisenstein propõe a montagem figurativa, segundo a qual o fluxo dos acontecimentos é interrompido através da inserção de planos que estão em consonância com o espaço diegético.
Eisenstein, nos seus escritos de 1920, enaltece a noção de enquadramento como ponto de vista. Para ele, enquanto o cinema antigo captava uma ação a partir de um múltiplo ponto de vista, o novo cinema monta um ponto de vista a partir de múltiplas ações.
Eisentein, na mesma linha do que propõem Kulechov e Pudovkin, opõe-se ao equilíbrio e à harmonia próprios de uma estética aristotélica e investe num tipo de montagem que produz choques.