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Leia o texto a seguir e responda às questões de 33 a 37.
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No Brasil, sobretudo em Brasília, os órgãos públicos, especialmente os Ministérios e departamentos Federais, jogam milhões de cruzeiros por ano nas cestas de papéis velhos de jornais, sob a forma de comunicados e press releases mal feitos, que frequentemente nada contêm de interesse dos leitores. Neles, predominam expressões como “dinâmico governador”, “eficiente diretor”, “zeloso dirigente” etc. Nessa parafernália, quem está perdendo é o repórter. Em Brasília, onde o básico da informação é oficial, ele espera um dia inteiro nas antessalas dos ministros para, ao fim do dia, receber uma folha de papel contendo um texto que, quase sempre, nada vale como notícia. Alguns profissionais se tornam tão viciados que resumem a sua atividade em reescrever o release, sem acrescentar-lhe nada, resultando daí uma notícia pobre e sem conteúdo informativo.
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(CAVALCANTE, R. Jornal do Brasil. Rio de Janeiro. 1976.)
Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, um dos principais e dos mais conceituados prêmios do jornalismo brasileiro.
O Prêmio Vladimir Herzog é uma homenagem ao jornalista da TV Cultura que foi preso, torturado e morto nos porões do DOI-CODI em São Paulo.
O Prêmio Aloízio Palmar está vinculado ao memorialista e documentarista que dedicou sua vida à preservação de documentos relativos à luta armada contra a ditadura.
O Prêmio Darcy Ribeiro agracia, desde 2008, jornalistas que se dedicam a divulgar iniciativas para melhorar a educação no país.
O Prêmio Sebastião Salgado leva o nome de um importante fotógrafo brasileiro e valoriza reportagens que se debruçam sobre Direitos Humanos.
O Prêmio Shell valoriza, desde a década de 50, as mais destacadas publicações, fotografias e reportagens da imprensa nacional.