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Segundo Kati Caetano, Marialva Barbosa e Claudia Quadros, no livro “Jornalismo e convergência: ensino e práticas profissionais” (2011), é incorreto afirmar:
O público é transformado em produtor da informação, munido de seus celulares que podem filmar as cenas extraordinárias de um mundo em crise.
Esse novo tempo é o momento da morte da modernidade líquida, e o mundo passa a dar espaço às grandes narrativas, como pedra de toque da reflexão teórica do mundo.
Na televisão, o ao vivo é substituído pelo ultra-atual, mesmo quando as equipes de jornalismo não têm a possibilidade de estar na cena dos acontecimentos.
As redes de computadores colocam ao alcance não apenas informações, mas, sobretudo, formas de sociabilidade.