

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
A produção gráfica tropicalista usava um leque de referências e conceitos de vários outros movimentos estéticos, como a psicodelia, o neo Art Nouveau e a Pop Art, tendo como um dos principais representantes brasileiros desse então recente modo de criação o designer Rogério Duarte (1939-2016). Nascido em Ubaíra (Bahia), Duarte foi um designer, ilustrador, músico, escritor, tradutor e professor, sendo considerado um dos criadores da Tropicália.
Para o cartaz do filme “Deus e o Diabo na Terra do Sol”, do cineasta Glauber Rocha, que também era baiano, Rogério Duarte criou uma das maiores referências do design gráfico brasileiro: ao mesmo tempo que é reafirmada a preocupação modernista com grids e a diagramação simétrica das peças, Duarte acrescentava camadas exuberantes de cores quentes em torno da cabeça do personagem principal da película, representado como um cangaceiro da caatinga nordestina, ofuscando, assim, a nitidez da fotografia utilizada.
Disponível em: https://mareacarol.medium.com/. Acesso em: 1 jul. 2022 (adaptado).
Sketch e cartaz finalizado do filme
“Deus e o Diabo na Terra do Sol”.

Considerando as informações apresentadas no texto e na imagem, juntamente com o seu conhecimento sobre as diversas dimensões da cor, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I. O uso das cores quentes feito por Rogério Duarte, no cartaz do filme “Deus e o Diabo na Terra do Sol”, tem a função de reproduzir a temperatura de onde é ambientado o filme, gerando um certo desconforto visual.
PORQUE
II. A cor existe objetivamente como um elemento físico, mesmo que, no geral, nos relacionemos com ela de maneira subjetiva, pois cada cor é carregada de significados que podem ser distintos, dependendo do local e cultura.
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.
A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.
As asserções I e II são proposições falsas.