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Um fotógrafo está em estúdio realizando retratos com flash externo. Ele utiliza uma câmera no modo Manual com os seguintes parâmetros: ISO 100, abertura f/8 e velocidade do obturador de 1/500s. Ao revisar a imagem no LCD, percebe que a fotografia apresenta exposição correta em apenas parte do quadro, enquanto uma tarja preta sólida cobre a região inferior (ou superior) da imagem. O equipamento encontra-se em perfeito funcionamento.
Considerando o comportamento físico do obturador e a sincronização do flash em câmeras digitais, o problema observado ocorre devido:
As pilhas do flash não tiveram tempo de reciclar a carga (capacitor) entre um disparo e outro.
A velocidade do obturador utilizada excedeu a velocidade máxima de sincronismo da câmera, fazendo com que uma das cortinas bloqueasse parte do sensor no momento do disparo do flash.
O valor de ISO escolhido é incompatível com fotografia de estúdio, provocando perda localizada de informação de imagem.
Ter havido difração da lente devido à abertura f/8, criando vinhetas extremas nas bordas.
A luz de modelagem interferiu fisicamente no disparo do flash, criando uma área de sombra no sensor.