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A técnica de paginação prevê o uso de recursos estéticos. Entre os mais usados, estão as vinhetas, as tarjas e o sangrado, que vem a ser a composição feita com letra inclinada, intermédia entre o tipo redondo e o manuscrito.
Os editores lançam mão do recurso de produzir suplementos para abrir espaço para novos anunciantes do jornal. Em função do comercial, são criadas mais páginas e novas editorias.
Poucas matérias jornalísticas originam-se integralmente da observação direta. A maioria contém informações coletadas em instituições ou de personagens que testemunham ou participam de eventos do interesse público. Portanto, os dados têm como origem o que é chamado de fontes.
Com o avanço das tecnologias de informação e a globalização, o modo de fazer jornalismo tem sido constantemente redefinido, sobretudo pelo uso da Internet. Por outro lado, o uso das mesmas fontes acarreta inevitável padronização de conteúdos nos jornais diários.
O vídeo empresarial utiliza as mesmas técnicas e a mesma linguagem do telejornalismo.
A crônica jornalística no Brasil atual resume-se aos cadernos culturais e aborda somente temas filosóficos e literários. Seu público contempla exclusivamente intelectuais.
As características de um texto para revista incluem texto curto, texto interpretativo e uso de lide descritivo.
O estilo americano de jornalismo influencia diretamente o jornalismo brasileiro, pela prevalência de notícias escritas no modo indicativo, em ordem direta, na fórmula da pirâmide invertida, recursos adotados inicialmente no Brasil pelo Diário Carioca.
No lide do release, não se deve deixar de responder às perguntas usuais: o quê, quem, quando, onde e porquê, sempre mostrando um bom gancho capaz de despertar o interesse pelo assunto abordado.
Edgar Morin, em seu livro "Para sair do Século XX", página 41, coloca que "a informação que resolve uma incerteza pode eliminar uma preocupação e tranqüilizar; a informação que traz uma surpresa pode, pelo contrário, preocupar e provocar a incerteza sobre nossa aptidão de conceber a realidade". Assim, a censura, por exemplo, funciona de forma a dar prioridade às informações tranqüilizadoras. E como fica o jornalista no exercício da sua profissão? Escolha a melhor alternativa abaixo:
A censura faz parte do cotidiano do jornalista.
O jornalista exerce no seu dia-a-dia a autocensura, desobrigando-se da responsabilidade de fazer a notícia acontecer.
O compromisso com a verdade desobriga o jornalista de mensurar o grau de preocupação que a informação possa causar. A certeza que precisa ter é a de que a sua informação está amparada na ética e nas leis da sociedade.
O jornalista, antes de produzir a notícia, deve consultar o seu chefe se a sua publicação é garantida. Caso contrário, nem começa a redigi-la.
Matéria é tudo o que a redação produz para o jornal. No jornalismo, é usada genericamente para indicar o trabalho produzido pelos profissionais. Matéria fria designa toda a produção do departamento comercial; já matéria quente é toda a produção jornalística paga.
Na televisão, a necessidade de síntese é muito maior e o processo é mais seletivo. Além disso, o resultado do trabalho não depende apenas do repórter, mas de toda uma equipe.
A imagem em telejornalismo não precisa, necessariamente, ser bonita, pois o importante é a informação que transmite.
Os valores-notícia e os critérios de noticiabilidade são estudados como elementos externos à cultura jornalística, ou seja, são definidos exclusivamente pela conjuntura econômica e pelas condições de trabalho dos jornalistas.
O texto do release deve obedecer os critérios da redação jornalística, como: evitar adjetivos, voz passiva, frases longas e jargões.
Maior nome da literatura brasileira, Machado de Assis pode perfeitamente ser reconhecido como jornalista: trabalhou na Marmota, no Correio Mercantil e no Diário do Rio de Janeiro, e colaborou para diversos jornais praticamente a vida inteira, neles publicando quase todas as suas obras.
Os termos jornalismo online e webjornalismo são empregados de forma diferenciada, o primeiro refere-se aos produtos e soluções que utilizam a Web, o segundo, às possibilidades de conexão online de maneira genérica.